irrealizavel

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Últimas opiniões enviadas

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  • irrealizavel
    5 anos atrás

    Que filme doído! Narra a busca de uma mulher por ser. Erika se mantém não-sendo, condicionando o seu não-existir a um cotidiano apático, sem sentimentos e nenhuma alegria. Mas a necessidade de sentir é imensa e encontra vazão na dor – física e moral –, em sua busca por algum alívio.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Ela agride a si mesma procurando prazeres por vias que negam a postura e comportamento impostos pela mãe conservadora e autoritária. A automutilação é o apogeu dessa relação doentia.

    Desmontada a personagem impassível sustentada por ela, Erika se revela o extremo oposto em sua absoluta fragilidade. Elaborando meticulosamente um grande ato de humilhação para si, ela quer se vingar da mãe, da vida perdida não sendo vivida, de si mesma... achando que daí obterá um grande prazer.
    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Acontece que, chegada a hora, ao contrário do que havia pensado, só há ainda mais dor. A despersonalização impede o acesso ao seu real desejo. Sem saída para a sua angústia de ser não-sendo, ela irrompe em seu último corte com a vida.

    p.s.:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    será que quando Erika coloca aqueles cacos de vidro no bolso do casaco de Anna (que acabam causando ferimentos em suas mãos) ela está tentando prejudicar a sua aluna ou salvá-la (de um futuro igual ao seu)?

    editado
  • E Então Nós Dançamos (And Then We Danced) 93

    E Então Nós Dançamos

  • irrealizavel
    5 anos atrás

    Um filme delicado no enfoque de olhares e sorrisos que tanto dizem e, claro, pela dança que funciona como uma expressão muito forte (e bonita!) dos sentimentos. A cena final é arrebatadora.

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    Para mim, uma das cenas mais bonitas e tocantes de toda a trama é a conversa de Marab com seu irmão, este machucado depois de uma briga para "defendê-lo". Afeto e acolhimento precisos.

  • Deixe a Luz do Sol Entrar (Un Beau Soleil Intérieur) 77

    Deixe a Luz do Sol Entrar

  • irrealizavel
    5 anos atrás

    Esse filme me tocou profundamente. Isabelle é uma mulher fragilizada, perdida, em crise. Não reconhece os seus domínios e busca, desesperadamente, alguém que a faça ver algum valor em si mesma. Essa confirmação não vem porque não é externa, não pode ser. Achei interessante a forma como todas as questões da vida da personagem central são colocadas apenas como um pano de fundo, uma informação adicional. Seu trabalho, a sua filha (família), suas conquistas, não são explorados na trama, porque não importam. O foco é o mundo de dentro, a vulnerabilidade e a solidão que se colocam nas suas poucas relações. A entrega de Isabelle é como um pedido de socorro. O filme é um retrato da depressão sem romantizações, na perspectiva de quem vê no outro, em qualquer grande Outro, uma promessa, a salvação. Gosto mais do título traduzido diretamente do francês "Um belo sol interior", que se coloca como uma possibilidade de encontro, talvez o melhor encontro que alguém possa ter: aquele consigo mesmo.

    editado
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