Isabelle (Juliette Binoche), é uma artista que sonha em se apaixonar/dar certo no relacionamento. Envolvimento com homens e decepções amorosas. O banqueiro (casado) e que insiste sempre, o ator (se separando e mais jovem), enrolado. Banqueiro em cima mesmo ela já tendo-o dispensado. Comédia romântica dramática, mais dramática. Tem ainda François, o ex-marido de algumas saidinhas ainda. Cena da dança romântica, um quarto. Teve mais Sylvian (era simples) e mais…. Uma pontinha de Depardieu no final do filme, hehe, como terapeuta.
Filme de atuação destacada da Binoche e pra ver uma pontinha de Depardieu. A história em si, bem simples e evocativa da busca do amor e liberdade. Esquecível em si.
Juliette Binoche, com sua beleza, carisma e talento, carrega o filme nas costas. Falta substância ao roteiro e a produção carece até de uma montagem melhor. Alguns personagens vêm e vão de repente e sem fazer a menor diferença. Visualmente bonito e charmoso, ao mesmo tempo pueril, mas quem segura as pontas, mesmo, é sua estrela principal.
Que filme intragável, sério. A ideia é massa, mas não oferta nada, nem o mínimo. Juliette é maravilhosa por si só, mas é uma obra desnecessária com esses diálogos que parecem sair de um improviso.
que Binoche, essa mulher. me lembra a Alana de "Licorice Pizza", que podia estar brigando três quartos do tempo de tela* que eu ainda estaria apaixonado. na verdade, isso era parte do charme dela. enfim, com a protagonista desse aqui é amor mesmo.
ajuda nisso a direção, que usa movimentos simples, cortes básicos e enfoques intuitivos que nos colocam bem perto da Binoche, e daí nós somos transportados na jornada romântica dela, já que a atriz transparece volatilidade com a fluidez de uma mestra.
gosto demais de como temos momentos fora da vida amorosa dela (já imaginou?) e dos cortes cada vez maiores conforme o filme chega ao fim. é menos sobre agilizar a trama do que abraçar o vendaval romântico da protagonista. no final, isso, além de uma cena breve dedicada a um personagem que nunca vimos mais gordo, encerra o filme com uma franqueza que faz da obra um exercício de humildade.
*claro que neste caso ela tem razão pra ficar puta
A Binoche carrega o filme nas costas.
Isabelle (Juliette Binoche), é uma artista que sonha em se apaixonar/dar certo no relacionamento. Envolvimento com homens e decepções amorosas. O banqueiro (casado) e que insiste sempre, o ator (se separando e mais jovem), enrolado. Banqueiro em cima mesmo ela já tendo-o dispensado. Comédia romântica dramática, mais dramática. Tem ainda François, o ex-marido de algumas saidinhas ainda. Cena da dança romântica, um quarto. Teve mais Sylvian (era simples) e mais…. Uma pontinha de Depardieu no final do filme, hehe, como terapeuta.
“Esteja aberta, deixe a luz do sol entrar”.
Filme de atuação destacada da Binoche e pra ver uma pontinha de Depardieu. A história em si, bem simples e evocativa da busca do amor e liberdade. Esquecível em si.
Juliette Binoche, com sua beleza, carisma e talento, carrega o filme nas costas. Falta substância ao roteiro e a produção carece até de uma montagem melhor. Alguns personagens vêm e vão de repente e sem fazer a menor diferença. Visualmente bonito e charmoso, ao mesmo tempo pueril, mas quem segura as pontas, mesmo, é sua estrela principal.
Que filme intragável, sério. A ideia é massa, mas não oferta nada, nem o mínimo. Juliette é maravilhosa por si só, mas é uma obra desnecessária com esses diálogos que parecem sair de um improviso.
que Binoche, essa mulher. me lembra a Alana de "Licorice Pizza", que podia estar brigando três quartos do tempo de tela* que eu ainda estaria apaixonado. na verdade, isso era parte do charme dela. enfim, com a protagonista desse aqui é amor mesmo.
ajuda nisso a direção, que usa movimentos simples, cortes básicos e enfoques intuitivos que nos colocam bem perto da Binoche, e daí nós somos transportados na jornada romântica dela, já que a atriz transparece volatilidade com a fluidez de uma mestra.
gosto demais de como temos momentos fora da vida amorosa dela (já imaginou?) e dos cortes cada vez maiores conforme o filme chega ao fim. é menos sobre agilizar a trama do que abraçar o vendaval romântico da protagonista. no final, isso, além de uma cena breve dedicada a um personagem que nunca vimos mais gordo, encerra o filme com uma franqueza que faz da obra um exercício de humildade.
*claro que neste caso ela tem razão pra ficar puta