Matheus Tudor
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Humano - Uma Viagem pela Vida (Human) 325

Humano - Uma Viagem pela Vida

  • Matheus Tudor
    5 anos atrás

    Chorei tanto quando vi pela primeira vez.
    Eu ainda choro...

    Ainda choro, sorrio, me misturo e me esvazio vendo isto.
    É LINDO.
    Uma antropologia intimista...

    Vendo obras assim eu sinto que tudo o que existe,
    tudo o que já aconteceu,
    tudo que vem pela frente,
    coexistem na eternidade se significativos.
    É como se os sentimentos os ligassem.

    "Em verdade vos digo: tudo o que ligardes na Terra será ligado nos céus, e tudo o que desligardes na Terra será desligado nos céus."
    -Mt 18:18

    É um olhar místico, mas que aflora naturalmente em mim vendo como somos humanos no melhor e no pior.

  • The Midnight Gospel (1ª Temporada) (The Midnight Gospel (Season 1)) 462

    The Midnight Gospel (1ª Temporada)

  • Matheus Tudor
    5 anos atrás

    Sabe, achei o conceito muito bom, com uma espécie de pseudodadaísmo espiritual-existencial em torno de alguma grande questão em cada episódio. Sobreposto a isso, a narrativa não-linear e o enredo semi-aleatório, juntos com a fluidez e profusão de cenas, ora desconexas do tema do episódio, ora conectadas, foi uma boa escolha. Afinal, de alguma forma conferiu, em última instância, uma percepção de mistério enigmático, arquetípico e simbólico ao espectador, como se ele tangenciasse segredos profundos da existência que lhe revelassem segredos espirituais e existenciais. Imagino que se alguém lê a Bíblia como crente deve sentir algo aproximado, sendo uma percepção implícita na mente da pessoa, claro. O que faz sentido, afinal, é o evangelho da meia noite.
    Assim sendo, não sem razão há muita simbologia de tradições religiosas, epirituais e filosoficas. O uso de repertório de culturas orientais confere um um refresco natural para nossa curiosidade, pois como ocidentais por vezes orbitamos em excesso nossas próprias tradições religiosas - conquanto não quero com isso sugerir nenhuma hierarquização entre ocidente e oriente no que se refere a espiritualidade. Grande parte do fascínio que temos com budismo vem do fato de que não somos budistas e, por isso, é um lufada esse tipo de repertório para nós já muito saturados de cristianismo. Claro, normalmente o público que consome esse tipo de material, normalmente jovens místicos de classe média, tem um grande interesse nesses temas também, o que não deixa de ser uma boa jogada da netflix criar uma animação com esse tipo de proposta e conteúdo mais diversificado.

    Outro ponto que me chamou muito a atenção foi a naturalidade dos acontecimentos e o modo espontâneo das personagens que confere um charme, sem dúvidas. Um baita charme, na minha percepção.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Eu que sou atencioso me deliciei com o presidente arrumando a gravata no final do primeiro episódio, mesmo morrendo, e isso é o tipo de detalhe caricato, embora coerente, que me seduz.

    Não pude deixar de notar os elementos sugestivos, como o próprio artefato usado para adentrar nos universos simulados(talvez emulados?é o que espero descobrir em uma segunda temporada se existir). Sua forma claramente lembra um útero e, simultaneamente, uma vagina: não é assim que viemos a este universo afinal? Outro elemento sugestivo é o rabetão de rocambole e a lição de moral implícita ao vermos um relacionamento ser destruído quando o Príncipe Rocambole rapta o amor da Trudy. O rabão do Rocambole engole o jovem rapaz namorado da Trudy. Cômico! Ele possui um demônio morando em seu rabo(igual a muitos de nós, no rabo ou em outras partes do corpo, mas sobretudo dentro de nós) e fica à mercê de suas pulsões, igualmente como muitos de nós, e seu instinto predatório, sua fome, sua carnalidade hiperexcessiva resulta no término de um relacionamento. Da mesma forma muitos de nós destroem relacionamentos alheios ou o próprio por causa de rabões e outras coisas deliciosas que estão por aí em nós e nos outros. Assim como esses exemplos que dei, muitos outros existem e que permitem muitas interpretações.

    Quanto ao protagonista, me lembrou muito o Fynn. Na verdade, a naturalidade de The MidNight Gospel lembra muito The Adventure Time(amo forte) e é um de seus pontos mais fortes.

    Não acho que vale a pena ficar escrevendo muito mais sobre os significados e razões, há muito conteúdo na série que é tanto existencial quanto "apofático". Você só sabe, você apenas sabe sobre o que está sendo dito quando deixa a confusão de sua própria razão mental e linguagem interior de lado e mergulha nessa experiencia audiovisual de modo muito semelhante ao que pode ser feito vendo filmes como Waking Life.

    Recomendo, é leve e pesado, se aprende, se distrai.

    editado
  • A Lenda do Demônio (Choujin Densetsu Urotsukidoji) 59

    A Lenda do Demônio

  • Matheus Tudor
    6 anos atrás

    É aquela história: um hentai gore clássico, com profusas cenas de violência sexual, homens musculosos e viris, mulheres gostosonas sendo leitadas, paus enormes, colegiais, litros de porra, gemidos, tentáculos penetrantes, criaturas bizarras, estupros, mortes espalhafatosas, violências físicas e simbólicas, etc - todos os elementos esperados para uma obra como essa. O enredo não é um primor, a história muito menos, o filme tem lá seus tons desnecessários, mas a arte e a mitologia do mundo são interessantes - e há personagens que cativam(pelo menos me cativaram quando assisti bem novinho). Não é atoa que se tornou uma obra de referência e sempre tem alguém que lembra em uma roda de conversa.
    É regra ver, apesar dos muitos pesares.

    editado
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