Rafaela Luiza
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O Gambito da Rainha (The Queen’s Gambit) 947

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Últimas opiniões enviadas

O Gambito da Rainha (The Queen’s Gambit) 947

O Gambito da Rainha

  • Rafaela Luiza
    3 anos atrás

    Essa série é tão seca e fria, que quase causa certos incômodos ao assistir. Tudo é visto nos olhos, seja pequenos momentos, pequenas sensações, seja as tensões mais fortes na mais simples jogada.
    Sempre fui apaixonada por xadrez, e agora saio ainda mais.
    Com certeza me conquistou fácil, tudo é tão bonito e tão calculado… é como se fôssemos a própria câmera, olhando tudo de longe e tentando captar cada detalhe.
    Um amor especial pela trilha sonora!
    Fazia um bom tempo que piano + olhares não me prendiam desse jeito.
    Gostei muito.

  • Duck Butter (Duck Butter) 147

    Duck Butter

  • Rafaela Luiza
    4 anos atrás

    Comecei esse filme sem saber direito do que se tratava… eu havia lido a sinopse, mas apenas isso, e como tem que ser, tive as primeiras sensações verdadeiras e livres…
    É curioso como esse filme já começa abordando o cinema, como ele já começa mostrando pra gente o que há por trás, antes de mostrar o que vem pela frente
    Ele é seco, cru, simples, amarelo e branco…
    Ele começa falando sobre como na vida a gente deve ser genuíno, deve ser aberto… ele mostra que tudo tem que ser leve, tem que se deixar levar… nos primeiros minutos ele dá essa aula, mostrando o fazer cinematográfico antes mesmo de mostrar a personagem… sem a gente saber que na verdade, era ela mesma - tem algo mais metalinguistico do que isso?!
    O filme continua e vai um pouco rápido… me peguei imersa em um universo de início de sensibilidade sem nem ao menos me apegar nas personagens
    Mas acredito que deveria ser assim, por quê a gente tem que viver o mesmo que elas, sentir o mesmo que elas… mas a gente não tá ali dentro, a gente só espia pela fresta da porta, tão longe e tão perto
    Assim como elas.
    Algumas das minhas partes favoritas são as de mais toque e intimidade…
    É sempre naquele “quase lá”… e me peguei vendo como as mãos falam mais do que as próprias personagens
    Como tudo se traduz naquele toque simples, como das teclas de um piano, e assim você entende tudo que elas estão sentindo… gostei das partes em que elas não precisavam falar nada!
    Metaforizadas nos olhares, ângulos e… toques.
    Gosto que o que vc percebe, os personagens explicam um pouco depois… é na fala de gente de fora, como diretores, mães… que a gente entende o que tá rolando
    É nesses diálogos intermináveis que a gente percebe os detalhes da intimidade… e como isso favorece aquele desconforto tímido que vai nascendo
    É como se a liberdade do desconhecido fosse embora… e você finalmente perde a ilusão da ideia de alguém e de você.
    Esse desconforto atinge a gente ali do outro lado da porta, e você sente crescendo mas não sabe da onde que vem… até que te prende e te sufoca… até ela abrir a janela, e foi na mesma hora em que eu mesma teria feito isso…
    Eles mostram de uma forma até mesmo “cômica” tudo no final… mas vi como algo tipo “olha, esse é o meu pior, me mostra você! Mesmo que seja ruim também, mostra!!!”
    E tudo sai num grito, ou pela porta da frente… no final a gente percebe que tudo é sobre tempo, e eu fui pega e arremessada por ele… tipo viver uma vida inteira de uma vez…
    Ela fecha
    Abre por 24 horas
    Fecha…
    E finalmente pode descansar.

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

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  • Como Ser Solteira (How to Be Single) 487

    Como Ser Solteira

  • Rafaela Luiza
    5 anos atrás

    Filme perfeito para aquele finzinho de noite em que você tá completamente entediada e não sabe o que assistir... eu gostei do final e da mensagem que ele passou, superou um pouco as minhas expectativas. Não é aquele filme que você passa horas pensando em como voltar ao normal depois de assistir... mas deixou meu coração quentinho e me fez ter muita vontade de correr atrás do que eu quero (e de dançar!).

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