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Lembro-me, agora parece me engraçado; de ter visto os dvd's dessa série em um algum lugar na internet, e por algum motivo uma semana depois um pequeno box havia chegado em minha casa, foi a amor à primeira vista, ou será que foi a segunda?
Seja como for, sempre me sinto mais aliviada da monotonia dos meus dias quando assisto Pushing Daises. Há muitas cores e narrações entre os diálogos, e então tudo parece muito bobo e irrelevante, e às vezes talvez seja.
Para dizer, você precisa rever algumas centenas de vezes, e mais algumas centenas num dvd player antigo.
No fim, é. Acabou. Um segundo toque e tudo está ligeiramente inclinado para o fim!
Ah! O medo infame e terror da conquista! Humanos, alienígenas e esperança. Sentimentos, Guerra e traições.
Assisti Taken, a muitos anos atrás enquanto adolescente e permaneci tremendamente fascinado por dias e semanas; confesso que precisei suprimir meus desejos e me dirigi até uma loja de discos para comprar a edição mais recente de DVDs com toda a cronológia de série. E novamente, o sentimento de fascínio me preencheu, tão simples assim.
Ligeiramente bem escrito, tão quanto produzido e gravado.
Aqui, me falham às palavras para descrever a altura tal elogio. Às palavras ficaram presas entre a falha dos meus dentes.
Taken, é assim sem dúvida. Lhe faltam palavras, vida e futuro.
Se você não sabe de onde, como é que sabe para onde vai?
Acabei essa série num tédio de um feriado prolongado, a princípio pensei em mais uma série de ficção científica superestimada, como todas as demais.
Então, me surpreendi. Os diálogos, cenas e teorias atravessam seu córtex pré-frontal numa rapidez ainda não catalogada. Há tanta física que voltei a me apaixonar por ela.
Até o momento, é a melhor série de ficção científica. Não só pela teoria, mas por colocar o nosso próprio caráter em questão.
Devemos melhorar a nossa própria versão, ou esperar a salvação que virá do além através dos séculos?
O que nos torna humanos é a mesma coisa que nos destrói.