O filme conta a história de Guy Holden, um célebre bailarino estadunidense, que está viajando pela Europa com seu amigo, o advogado Egbert. No meio do caminho para a Inglaterra, conhece Mimi Glossop, que viaja com sua tia. Em Londres, os dois se encontram casualmente e Guy se apaixona por Mimi, mas sem saber que se trata de uma mulher casada em processo de divórcio. Mimi e sua tia voltam a se encontrar num hotel e começam os equívocos.
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Parece que todos os filmes do Fred são sempre a mesma coisa: o cenário, as danças, a Ginger e as confusões. Se você ver um filme dele, vai ver todo o resto.
As canções dos musicais dessa época são quase todas iguais (e chatas).
A lacração já no título scr.
Gostei Final Bem Diferente do que eu esperava.
Ótima comédia-musical com números de dança sensacionais. Astaire e Rogers emprestam os seus talentos para enaltecer a obra.
Acho que é a primeira comédia romântica desde o primeiro oscar que eu achei realmente boa e engraçada.
Caguei de rir no trecho que ele fala "acho que você é a pessoa mais emocionalmente instável que eu já conheci", depois de todos os mal entendidos deles kkkk. Tirei meia estrela pelo número de dança da música The Continental, porque achei que erraram a mão na duração. A música é muito boa, mas o negócio se estendeu tanto que enjoou.
Um dos primeiros filmes de Fred Astaire protagonizando no cinema, e seu primeiro trabalho ao lado de Ginger Rogers. O ator, é completamente mal aproveitado aqui, o que demonstra falta de visão do diretor Mark Sandrich, que se perde completamente no decorrer do enredo ao introduzir diversos coadjuvantes não engraçados, com talento muito inferior ao protagonista. The Gay Divorcee pode ser considerado um trabalho experimental de Fred, que o faria decolar em sua bela carreira de musicais nos próximos anos.