Comédia romântica musical em preto e branco da Wallis-Hazen e Paramount Pictures cujo filme foi baseado na série homônima de rádio da CBS My, que foi ao ar pela primeira vez em 1947. Teve uma sequência com o mesmo elenco principal: Minha amiga maluca (50), além da série de TV My friend Irma (1952–1954), que durou 3 temporadas e 39 episódios.
Estréia cinematográfica como uma equipe de Dean Martin (1917-1995) e Jerry Lewis (1926-2017). Jerry Lewis foi originalmente escalado para interpretar Al, mas foi decidido deixá-lo atuar de forma semelhante à sua persona cômica no palco, e o personagem Seymour foi criado para ele. Diana Lynn (1926-1971) morreu precocemente após sofrer um derrame. Marie Wilson (1916-1972), cujo nome de seu personagem deu nome ao título, faleceu 1 ano após sua companheira de tela devido a um câncer.
Não está entre os melhores filmes da dupla Lewis/Martin, mas é um filme simpático com momentos divertidos. Tem idéias muito contemporâneas em relação ao roteiro e
como parte fundamental do roteiro, mas em essência é um produto inferior para sempre iluminado por dois artistas prestes a fazer história como dupla humorística no cinema.
É um bom filme no geral. Considerando que é uma adaptação de um programa de rádio (e que depois gerou um programa de televisão e um quadrinho escrito pelo próprio Stan Lee), ele segue no início bem o estilo das sitcons, com a apresentação de personagens estereotipados, situações irrelevantes que se tornam grandes discussões e piadas bem simples. Por sorte, após sua primeira meia hora o filme muda seu tom e passa a ser uma verdadeira comédia dos anos 40, intercalando romance e números musicais. Cria uma piada que vai sendo trabalhada o filme todo, a do concurso no rádio, e quando esta chega ao ápice da "mulher com 32 filhos" é hilária. De fato é Jerry Lewis quem rouba a cena, sendo o melhor momento de todo o filme seu primeiro número musical com Dean Martin.
Essa foi a fita de estreia da dupla Jerry Lewis e Dean Martin, que fez tremendo sucesso nos anos 50, e juntos atuaram em 18 longas-metragens. É uma adaptação do programa de rádio (ou ‘sitcom radiofônico’) homônimo da CBS, “My friend Irma”, que conquistou os ouvintes dos EUA entre as décadas de 40 e 50, com boa parte do elenco original aparecendo aqui: Marie Wilson, Hans Conried e Gloria Gordon (são eles os principais, Martin e Lewis são meros coadjuvantes). A comédia, que ganharia continuação no ano seguinte, “Minha amiga maluca” (1950), reúne números musicais com Dean Martin, então com 32 anos, interpretando vários deles - pouco depois se lançaria como cantor, e em 25 anos gravaria 20 álbuns. Jerry Lewis tinha 23 anos, já demonstrava a verve cômica, com improviso de cenas, imitações com caretas únicas e, para seguir Dean Martin nas canções, interferia com a hilariante voz de pato. Há cenas bem fotografadas pelas ruas de Nova York, em pontos turísticos como Central Park, ou seja, serve como um convite para conhecer a “Grande Maçã”. O diretor era o já veterano George Marshall, um dos homens que mais dirigiram filmes na História do cinema, com 188 produções no currículo, desde curtas no cinema mudo (foram mais de 90 curtas entre 1916 e 1933), depois faria longas bem avaliados como “Um conde em sinuca” (1950, com Bob Hope e Lucille Ball), “Houdini, o homem miraculoso” (1953, com Tony Curtis), novamente com a dupla Jerry Lewis e Dean Martin em “Morrendo de medo” (1953) e “A barbada do biruta” (1953), vários faroestes, e encerraria a carreira com Jerry Lewis em “De caniço e samburá” (1969). Para quem se interessou, vale a dica: boa parte dos filmes de Jerry Lewis, e muitos dele na dupla com Dean Martin, saíram em DVD pela Classicline. POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Bem fraquinho e ainda tem uma continuação no mesmo nível, nesse aqui a protagonista tem que decidir entre o rico e o pobre bonitão, no mundo real sempre sabemos que será o escolhido, já em Hollywood... O Jerry Lewis está bem no escanteio do resto do elenco nesse filme, na continuação deram mais moral pro personagem dele.
Comédia romântica musical em preto e branco da Wallis-Hazen e Paramount Pictures cujo filme foi baseado na série homônima de rádio da CBS My, que foi ao ar pela primeira vez em 1947. Teve uma sequência com o mesmo elenco principal: Minha amiga maluca (50), além da série de TV My friend Irma (1952–1954), que durou 3 temporadas e 39 episódios.
Estréia cinematográfica como uma equipe de Dean Martin (1917-1995) e Jerry Lewis (1926-2017). Jerry Lewis foi originalmente escalado para interpretar Al, mas foi decidido deixá-lo atuar de forma semelhante à sua persona cômica no palco, e o personagem Seymour foi criado para ele. Diana Lynn (1926-1971) morreu precocemente após sofrer um derrame. Marie Wilson (1916-1972), cujo nome de seu personagem deu nome ao título, faleceu 1 ano após sua companheira de tela devido a um câncer.
Não está entre os melhores filmes da dupla Lewis/Martin, mas é um filme simpático com momentos divertidos. Tem idéias muito contemporâneas em relação ao roteiro e
até uma tentativa de suicídio
É um bom filme no geral. Considerando que é uma adaptação de um programa de rádio (e que depois gerou um programa de televisão e um quadrinho escrito pelo próprio Stan Lee), ele segue no início bem o estilo das sitcons, com a apresentação de personagens estereotipados, situações irrelevantes que se tornam grandes discussões e piadas bem simples. Por sorte, após sua primeira meia hora o filme muda seu tom e passa a ser uma verdadeira comédia dos anos 40, intercalando romance e números musicais. Cria uma piada que vai sendo trabalhada o filme todo, a do concurso no rádio, e quando esta chega ao ápice da "mulher com 32 filhos" é hilária. De fato é Jerry Lewis quem rouba a cena, sendo o melhor momento de todo o filme seu primeiro número musical com Dean Martin.
Filme de estreia da dupla Martin e Lewis, "Amiga da Onça", serve apenas como passatempo despretensioso e só. Vale ao menos três estrelinhas...
Essa foi a fita de estreia da dupla Jerry Lewis e Dean Martin, que fez tremendo sucesso nos anos 50, e juntos atuaram em 18 longas-metragens. É uma adaptação do programa de rádio (ou ‘sitcom radiofônico’) homônimo da CBS, “My friend Irma”, que conquistou os ouvintes dos EUA entre as décadas de 40 e 50, com boa parte do elenco original aparecendo aqui: Marie Wilson, Hans Conried e Gloria Gordon (são eles os principais, Martin e Lewis são meros coadjuvantes).
A comédia, que ganharia continuação no ano seguinte, “Minha amiga maluca” (1950), reúne números musicais com Dean Martin, então com 32 anos, interpretando vários deles - pouco depois se lançaria como cantor, e em 25 anos gravaria 20 álbuns. Jerry Lewis tinha 23 anos, já demonstrava a verve cômica, com improviso de cenas, imitações com caretas únicas e, para seguir Dean Martin nas canções, interferia com a hilariante voz de pato.
Há cenas bem fotografadas pelas ruas de Nova York, em pontos turísticos como Central Park, ou seja, serve como um convite para conhecer a “Grande Maçã”.
O diretor era o já veterano George Marshall, um dos homens que mais dirigiram filmes na História do cinema, com 188 produções no currículo, desde curtas no cinema mudo (foram mais de 90 curtas entre 1916 e 1933), depois faria longas bem avaliados como “Um conde em sinuca” (1950, com Bob Hope e Lucille Ball), “Houdini, o homem miraculoso” (1953, com Tony Curtis), novamente com a dupla Jerry Lewis e Dean Martin em “Morrendo de medo” (1953) e “A barbada do biruta” (1953), vários faroestes, e encerraria a carreira com Jerry Lewis em “De caniço e samburá” (1969).
Para quem se interessou, vale a dica: boa parte dos filmes de Jerry Lewis, e muitos dele na dupla com Dean Martin, saíram em DVD pela Classicline.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Bem fraquinho e ainda tem uma continuação no mesmo nível, nesse aqui a protagonista tem que decidir entre o rico e o pobre bonitão, no mundo real sempre sabemos que será o escolhido, já em Hollywood... O Jerry Lewis está bem no escanteio do resto do elenco nesse filme, na continuação deram mais moral pro personagem dele.