Fiquei muito feliz que a Justine resolveu abandonar o Martin em uma das últimas cenas, ele era um cara desprezível, narcisista, que minimizava a beleza da Justine, a criticou de tantas maneiras, nunca disse ou fez algo essencialmente bom pra ela. Os outros maridos também eram péssimos como esposos e pais. Eu gostei da série porque ela é um retrato da realidade, onde os homens não se importam com nada além deles mesmos, enquanto as mulheres buscam ter empatia por seus pares a todo custo os homens não enxergam a vida como ela é de verdade, como se tivessem uma máscara, isso decorre de como eles são criados. Mas acima de tudo fico feliz pois a nova geração de homens será mais saudável e mais empática que as antigas, isso foi retratado na série, mas também se vê na vida real. Quem achou a série chata não entendeu do que se tratava. Um ponto interessante é que nenhuma das amigas interferiu realmente na vida uma da outra, eu achei isso um tanto triste, pois as personagens levaram muito mais tempo para perceber que algo estava errado em seus relacionamentos, eu acredito que tem que meter a colher sim, Justine sofreu de violência psicológica.
Minha surpresa é que Julie Delpy conseguiu produzir esta série. Ela escreve e dirige, ou seja, é tudo seu. Contudo, alguém deveria ajuda-la a desenvolver mehor a ideia. São varias cenas inuteis, varias tramas sem desenvolvimento, varios dialogos estapafurdios; é uma coleção de coisas perdidas. O segundo episodio, do jantar italiano, é vergonhoso de mal escrito e executado. O tom cômico se perde nas atrocidades da montagem. Os temas interessantes da vida dos filhos são meros lampejos de algo que poderia ser melhor aproveitado. Era para ser Desperate Housewives com mulheres "independentes", mas tornou-se uma lamentàvel tortura. A seria não foi renovada por incompetência de todos os envolvidos na primeira temporada.
Se não fosse o nome da Julie Delpy no projeto, não teria visto. Comouma pessoa que ajudou Richard Linklater a escrever os maravilhosos roteiros da trilogia Before Sunrise, faz um projeto tão sem vida? A decepção é forte porque a gente sabe que ela é capaz de algo melhor.
A série não consegue desenvolver nada das personagens, seus relacionamentos, sua vida profissional, sua vida pessoal, as histórias ficam extremamente desinteressantes.
Fiquei esperando aquele momento de reviravolta, mas não teve, a série começa mediana e segue ladeira abaixo em cada episódio.
São apresentadas algumas problemáticas como insegurança na criação dos filhos, relacionamentos abusivos, crise profissional na meia idade, mas nenhuma dessas problemáticas são trabalhadas, pensadas, discutidas, vão empurrando tudo até o final e nada acontece. Nada!
Boa junção de cultura .
Produção Francoamericana.
Serie leve e inteligente
Em respeito a minha mulé (Julie Delpy) eu ja tentei 5 mil vezes continuar a ver isso, mas não dá, não cola, não desce.
Fiquei muito feliz que a Justine resolveu abandonar o Martin em uma das últimas cenas, ele era um cara desprezível, narcisista, que minimizava a beleza da Justine, a criticou de tantas maneiras, nunca disse ou fez algo essencialmente bom pra ela. Os outros maridos também eram péssimos como esposos e pais. Eu gostei da série porque ela é um retrato da realidade, onde os homens não se importam com nada além deles mesmos, enquanto as mulheres buscam ter empatia por seus pares a todo custo os homens não enxergam a vida como ela é de verdade, como se tivessem uma máscara, isso decorre de como eles são criados. Mas acima de tudo fico feliz pois a nova geração de homens será mais saudável e mais empática que as antigas, isso foi retratado na série, mas também se vê na vida real. Quem achou a série chata não entendeu do que se tratava. Um ponto interessante é que nenhuma das amigas interferiu realmente na vida uma da outra, eu achei isso um tanto triste, pois as personagens levaram muito mais tempo para perceber que algo estava errado em seus relacionamentos, eu acredito que tem que meter a colher sim, Justine sofreu de violência psicológica.
Minha surpresa é que Julie Delpy conseguiu produzir esta série. Ela escreve e dirige, ou seja, é tudo seu. Contudo, alguém deveria ajuda-la a desenvolver mehor a ideia. São varias cenas inuteis, varias tramas sem desenvolvimento, varios dialogos estapafurdios; é uma coleção de coisas perdidas. O segundo episodio, do jantar italiano, é vergonhoso de mal escrito e executado. O tom cômico se perde nas atrocidades da montagem. Os temas interessantes da vida dos filhos são meros lampejos de algo que poderia ser melhor aproveitado. Era para ser Desperate Housewives com mulheres "independentes", mas tornou-se uma lamentàvel tortura. A seria não foi renovada por incompetência de todos os envolvidos na primeira temporada.
Se não fosse o nome da Julie Delpy no projeto, não teria visto. Comouma pessoa que ajudou Richard Linklater a escrever os maravilhosos roteiros da trilogia Before Sunrise, faz um projeto tão sem vida? A decepção é forte porque a gente sabe que ela é capaz de algo melhor.
Ruim!
A série não consegue desenvolver nada das personagens, seus relacionamentos, sua vida profissional, sua vida pessoal, as histórias ficam extremamente desinteressantes.
Fiquei esperando aquele momento de reviravolta, mas não teve, a série começa mediana e segue ladeira abaixo em cada episódio.
São apresentadas algumas problemáticas como insegurança na criação dos filhos, relacionamentos abusivos, crise profissional na meia idade, mas nenhuma dessas problemáticas são trabalhadas, pensadas, discutidas, vão empurrando tudo até o final e nada acontece. Nada!