Um grupo de professores de música leva uma cantora em fuga para se esconder em algum lugar, enquanto o namorado traficante está sendo investigado pela polícia.
Tive a grata surpresa de conseguir assistir a esta comédia gostosinha com a participação do icônico Louis Armstrong e uma banda de jazz respeitável. A mulher de um mafioso refugia-se na casa de um professor de música cujo se apaixona por ela. Muito boa química entre a bela Virginia Mayo e Danny Kaye. O único desdem foi a duração e longas cenas desnecessárias. Mas no geral, é um agradável programa de fim de tarde.
Um filme que é refilmagem do clássico de Howard Hawks de 1941, Bola de Fogo. Aqui, ao invés de um grupo de estudiosos trabalhando numa enciclopédia temos um grupo de professores de música. Danny Kaye e Virginia Mayo brilham, e a mais erótica das cenas - o "monólogo" de Kaye no quarto escuro (com Virginia ouvindo) prova como a censura intensa podia às vezes estimular a criatividade. Delícia!
Tive a grata surpresa de conseguir assistir a esta comédia gostosinha com a participação do icônico Louis Armstrong e uma banda de jazz respeitável. A mulher de um mafioso refugia-se na casa de um professor de música cujo se apaixona por ela. Muito boa química entre a bela Virginia Mayo e Danny Kaye. O único desdem foi a duração e longas cenas desnecessárias. Mas no geral, é um agradável programa de fim de tarde.
Acho que seria ainda melhor se todo restante do filme fosse fiel à sua premissa
Aquele filme que merece ser revisto pelo menos uma vez ao ano...uma delicinha. Hawks juntou a nata da música, da época, neste filme...É diversão pura.
"(...) mas Virginia Mayo e Danny Kaye simplesmente não são Barbara Stanwyck e Gary Cooper."
- Peter Bogdanovich
Um filme que é refilmagem do clássico de Howard Hawks de 1941, Bola de Fogo. Aqui, ao invés de um grupo de estudiosos trabalhando numa enciclopédia temos um grupo de professores de música. Danny Kaye e Virginia Mayo brilham, e a mais erótica das cenas - o "monólogo" de Kaye no quarto escuro (com Virginia ouvindo) prova como a censura intensa podia às vezes estimular a criatividade. Delícia!