O Major Geoffrey Vickers (Errol Flynn) é um oficial britânico que comanda um regimento na Índia. Seu maior tormento é Surat Khan (C. Henry Gordon), líder da fronteira do norte da Índia e principal rival dos ingleses.
Durante uma manobra militar rotineira, o alojamento fica praticamente indefeso, e é surpreendido por Surat e seu exército. Surat promove então uma verdadeira chacina, matando crianças e mulheres que ali moravam. Sedento de vingança, Vickers começa então uma caça a Surat, mas descobre que o mesmo fugira para a Rússia, onde possui fortes aliados.
Sabendo que Khan estaria com a artilharia russa, Vickers move seu regimento para a Criméia e cria a Brigada Ligeira a fim de atacar Khan e seus aliados, iniciando uma batalha que ficaria para história.
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O filme oferece vários gêneros,mas a partir do segundo ato temos um filme extremamente movimentado quando valoriza a guerra.Espetáculo visual e se junta as grandes produções da época.Havilland continuava sua saga de grandes trabalhos.
>Assistido em 28 de Junho de 2023
Em meados de 1995, este épico foi reexibido excepcionalmente no Domingo Maior, nos bons tempos da TV aberta. "A Carga da Brigada Ligeira", segue o estilo singular de Michael Curtiz, realizador de outros memoráveis épicos, com os mesmos atores em cena: Errol Flynn e Olívia de Havilland, nos papéis principais. Imperdível!
Clássico filme de cavalaria com Errol Flynn e Olivia de Havilland, "A Carga da Brigada Ligeira" é um filme que ganha força sempre quando foca na sua natureza de filme de guerra (mais especificamente na sua segunda metade). As cenas de ação são muito bem filmadas, e até chocantes se formos considerar a violência com que alguns cavalos caem nas batalhas. Todavia, quando dá atenção para o chato triângulo amoroso, o longa se perde. Se a intenção era fazer um background para que nos importássemos com o destino daqueles personagens, esta não é alcançada, uma vez que Geoffrey, Elsa e Perry surgem como figuras unidimensionais que não inspiram muita empatia. Como documento histórico o filme não é nada confiável - sim, houve o ataque da Brigada Ligeira durante a Guerra da Criméia, mas não da forma romantizada como o filme mostra - e, mesmo enquanto ficção, ele não deixa muito clara qual foi a serventia do sacrifício daqueles homens (apenas cita que tal investida teria ajudado na tomada de uma outra cidade, mas sequer mostra deslocamento de tropas no exército inimigo, antes deixa claro que o adversário era bastante superior numericamente, pressupondo-se desnecessária a movimentação de reforços). Com boas cenas de ação, mas com um draminha insosso que o próprio filme parece esquecer de dar um fechamento apropriado, "A Carga da Brigada Ligeira" surge como um bom filme, mas que poderia ser bem mais curto. Talvez como média-metragem funcionasse melhor.
Uma aventura muito ousada, ao mostrar cenas chocantes como:
O massacre impiedoso de mulheres e crianças que haviam se rendido
As batalhas são impressionantes pelo realismo e pelo ritmo. Também pela falta de noção do cinema da época, que arriscava a vida da equipe de maneira realmente perigosa...
Na minha opinião o filme se torna um pouco cansativo em momentos que foca no romance e na disputa entre os dois irmãos. Mas compreendo que tem como objetivo criar profundidade e importância aos protagonistas.
De modo geral, é um épico que demonstra a glória e os absurdos da guerra.
16/04/19