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Stefano, um pintor, viaja até um vilarejo para restaurar uma pintura de São Sebastião sendo torturado. Depois de um tempo no vilarejo, Stefano descobre que algo não esta certo. Ele descobre que o pintor do quadro era um insano que tentava capturar os últimos momentos da morte em telas.
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Assisti no final da adolescência e lembro-me de ter achado muito chato. Fazia um bom tempo que eu estava muito a fim de revisitá-lo e finalmente acabei de fazê-lo... e continuo com a mesma opinião de outrora. A atmosfera, porém, é ótima em alguns momentos.
Um dos melhores giallos para mim. Esse é fora da curva.
Tinha visto numa versão em DVD nacional já antiga, agora a Versátil o relançou em 2025 obtida de uma transferência 4K dos negativos de áudio e vídeo originais e a qualidade é fantástica para um filme obscuro, que se espera que o armazenamento e a digitalização não estejam muito a par das expectativas, mas surpreendeu muito!
Visto pela 2ª vez em 28/12/2025
Com o perdão do trocadilho, Pupi Avati e sua equipe, ao invés de chocar pela violência gráfica, arquitetaram "A Casa com Janelas Sorridentes" para ser um sonho febril feito de paisagens bucólicas e desoladas, pessoas estranhas e suspeitas, decadência irreversível, solidão desoladora e imagens que parecem saídas ao mesmo tempo de sonhos fantásticos e pesadelos estranhos.
A história de como descobri esse filme é boa: apareceu o trailer de um relançamento desse filme pra mim no YouTube. Cliquei pois achei o título interessante e pensei "não é que o Google realmente anda lendo/ouvindo minhas coisas, me recomendando giallos?". A princípio, como era um vídeo recente e de alta qualidade, com uma data de lançamento próxima, eu achei que era algum filme alternativo contemporâneo emulando a fotografia dos anos 70. Mas a "emulação" tava boa demais e no meio do trailer fui pesquisar e descobri que era de fato dos anos 70 hahaha.
Ainda estou para assistir filmes do giallo que não sejam do Argento (o filme do Bava que assisti não é Giallo), então não sei o quão próximo de filmes de outros diretores este aqui é, mas pelos comentários que vejo, ele é singular no subgênero. Mas uma coisa ele tem em comum com todos os outros que assisti: a experiência sensorial de assisti-lo é mais importante do que o enredo em si.
E não que o enredo deixe a desejar. Embora eu ache que ele se arrasta aqui e ali, acho que o roteiro tem umas arestas em relação aos personagens secundários, especialmente a Francesca, que precisariam de reparo, o enredo é ótimo. é engajante. E por mais que uma parte da revelação seja previsível (especialmente para brasileiros rs), a história tem o suficiente a ser revelado para que o enredo permaneça interessante até o fim. Ele te prende numa atmosfera que me lembra muito folk horror de vilarejo que te faz o tempo inteiro se questionar se, como alguns filmes do Dario Argento, ele vai partir para o sobrenatural ou não.
Talvez o mais angustiante de todos que assisti até agora.
Envelhecido. Não recomendo!
Macabro !!!!!!