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Data de lançamento
24 Jan. 2020Duração
Lutando por conta da morte inesperada de seu marido, Beth (Rebecca Hall) vive sozinha em sua casa à beira do lago. Ela tenta o melhor que pode para se manter bem, mas possui dificuldades por conta de seus sonhos: visões perturbadoras de uma presença na casa a chama, acenando com um fascínio fantasmagórico.
Indo contra o conselho de seus amigos, ela começa a vasculhar os pertences do falecido, ansiando por respostas. O que ela descobre são segredos terríveis e um mistério que está determinada a resolver.
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Um suspense agradável e bem sútil, mas nada demais. O desenvolvimento da história é confuso e no final você não entende absolutamente nada. Há muitas pontas soltas e nada é explicado. A atuação da protagonista é sublime. Não recomendo o filme.
O filme deixa algumas informações no “ar”.
Não explica bem quem era o marido. A casa espelhada não foi muito explorada nem o ocultismo.
A atuação da Rebeca Hall é impecável.
minha interpretação do filme foi a seguinte: o marido dela era um assassino, queria matar a Beth, mas a amava. Então matava mulheres parecidas com ela e usava do ocultismos para “proteger ambos”/“proteger seus impulsos”. Já a Beth, vivendo com luto e a depressão acreditava que o marido dela nunca faria aquilo, mas que estava “possuído” pelo espírito da morte que tentou levar a vida dela há anos antes.
Fora as informações no ar, outras cenas me deixaram em dúvida sobre a dinâmica da família.
Onde a Beth estava quando o marido dela estava com aquelas mulheres ? Estava no trabalho ? Estava em casa ? 1)Ela tomava remédios e presenciava os assassinatos, mas estava grog? 2) Ela sempre foi sonâmbula? 3) Foi o ocultismo? 4) Ou na verdade as cenas das mulheres sendo assassinadas na casa deles foi a imaginação da Beth ao ligar as imagens de mulheres que ela viu no celular dele com os corpos encontrados?
Eu gosto da possibilidade 4 que criei com as vozes da minha cabeça. Mas, bem, acho que nunca saberei kkk
As silhuetas feitas com quinas e móveis achei de+
Suspense psicológico apenas regular e com um desfecho ruim e confuso. O grande destaque, é claro, fica para esta maravilhosa atriz Rebecca Hall, perfeita como sempre, e que já havia me conquistado no drama " O Presente", este sim excelente filme.
Bonzin.