Os batisdores da luta da CIA contra a KGB ao redor do mundo: moscou a Berleim, de Budapeste a Londres, de Washington a Cuba. essa é a história surpreendente de Jack Mccauliffe (Chirs o Donnell), um jovem inteligente e idealista que é recrutado pela CIA e enviado a Berlim para trabalhar com Excêntrico Harvey Torriti ( Alfred Molina). Juntamente com o chefe da contra-espionagem, James Angleton (Michael Keaton), eles procuram descobrir quem de dentro da própria CIA atrapalha suas ações. Os três agentes vão cada vez mais fundo no jogo da espionagem, tentando manter os corações gelados e suas vidas separadas. Mas Jack, lutando para ficar no controle da situação, acaba se apaixonando por uma bela informante inimiga. Ele agora vai ter que controlar as emoções para não pôr tudo a perder.
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Excelente! Trama dividida em três partes, todas muito bem inseridas no contexto histórico da espionagem durante a guerra fria, contendo minúcias incríveis da CIA e KGB, tudo constituindo um desafio à compreensão até mesmo do expectador bem informado sobre o tema. Só pela segunda parte, as cenas de ação e a fidelidade nas abordagens da revolta na Hungria e da invasão em Cuba, o filme vale o ingresso, para se ver e rever! E na briga de cachorro grande entre liberalismo e comunismo, se não há mocinhos, ou se paira dúvida sobre qual dos lados defende uma causa justa, o expectador pode se orientar e tirar boas conclusões. Talvez uma importante reflexão possa partir da pergunta: quem pode produzir maior medo e terror numa população civil? A inteligência secreta de um país democrático, onde a lei é soberana e a transparência pública impõe limites, ou a inteligência secreta de uma ditadura (fascista/comunista), onde o regime fechado ora varre do mapa seus opositores, ora sob o tapete a sujeira das suas ações?
Excelente. Tenho essa mini serie/filme e a assisto pelo menos 1x por ano, há uns 15 anos e cada vez observo novos detalhes. Uma obra prima. Pra quem gosta do tema, é um prato bem cheio.
Por ter várias linhas de narração – e todas elas ricas à sua própria maneira –, seria muito fácil para o diretor Mikael Salomon se perder em meio a tantos acontecimentos. No entanto, ocorre justamente o contrário. A edição de Robert A. Ferretti e Scott Vickrey nos deixa completamente envolvidos no relato das relações entre Estados Unidos e União Soviética, bem como no jogo de poder e de intriga que é vivenciado diariamente pelos agentes de ambas as agências de espionagem. “A Companhia”, uma minissérie que contou com a produção executiva dos irmãos Ridley e Tony Scott e foi levada ao ar, nos EUA, pelo canal TNT, é uma obra de alto nível técnico, em que se destacam, além da edição de Ferretti e Vickrey e da direção de Salomon, as performances inspiradas de seu elenco (em especial as de Alfred Molina, Ulrich Thomsen, Alexandra Maria Lara, Rory Cochrane, Chris O’Donnell, Michael Keaton e Alessandro Nivola) e a belíssima trilha sonora composta por Jeff Beal. Se fosse um filme, “The Company” era uma produção digna de Oscar.
Fantástico. É muito parecido com o livro.
Ótima minissérie em 03 capítulos. Michael Keaton está muito bem no papel de um paranóico agente da CIA.