Dirigido por
Duração
Alex, Lino e Liz são filhos de diplomatas, que vivem juntos em Brasília. Eles moram em uma casa repleta de quinquilharias obtidas nos mais variados cantos do mundo e levam uma vida entediada. Até que surge em suas vidas uma pessoa sem nome e sem passado, que se chama X e propõe viver um dia sem qualquer impedimento. X propõe um movimento chamado Concepcionismo, que consiste na morte ao ego e em seguir o caminho do excesso, que é encampado pelo trio de amigos
"White people problems" é o resumo disso.
O filme é visivelmente uma crítica universal a juventude de elite que não precisa fazer absolutamente nada na vida por serem de famílias aristocráticas que deixam os filhos a vontade pelo mundo. E o pior, usavam seus privilégios pra ficar falando sobre conceitos "intelectuais" rasos pra justificar seus atos egoístas e hedonistas, passando a perna em outras pessoas. O filme abusa do exagero e do caos justamente pra deixar isso claro.
Eu curti muito o final,
era bem óbvio que o tal senhor X só ficava dando drogas pra eles e fazendo uma lavagem cerebral, o que não era muito difícil, já que essa galera não tinha nada na cabeça mesmo e no final malandro é malandro mané é mané. Tomaram bem gostoso no cuzinho, pra aprenderem a virar gente.
Bela trilha sonora e elenco.
Excelente !!!!
Um equívoco que se passa por cinema de arte.
Neófitos vão achar o máximo, gente pelada, edição caótica, frases impactantes que não dizem nada, e daí vem o seu impacto;
Salva-se a beleza de Rosane. O talente de Cortaz e a trilha com Bowie, Plebe, Walter e outros.
Queria ter gostado. Compararam com "Os Idiotas" do Lars Von Trier. É mais ou menos por aí mesmo, só que fiquei bem mais confuso e indiferente com este aqui. Talvez hoje em dia eu entenda algo, só o vi uma vez há mais de 12 anos e estou sem a menor vontade de revê-lo.
Em alguns momentos lembrou trainspoting , em outros lembrou aquelas comunidades hippies dos anos 60 com a galera movida a LSD fazendo de tudo, em outro lembrou o clipe dos Beatles A day in the Life... Prefiro não encarar os protagonistas como simples idiotas, mas fazer uma reflexão sobre como somos pretensiosos e em tentar criar um modelo do que seria certo ou errado vindo do ser humano, algumas pessoas simplesmente nunca vão se encaixar nesses modelos... Nunca serão o modelo cidadão de bem.