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Sinopse
A saga dos colonizadores americanos, contada através da história de três gerações da família Prescott, descrevendo os perigos e aventuras vividos pelos pioneiros desbravadores do Oeste americano.
Há apenas duas únicas razões para assistir “How the West Was Won”: a primeira é a belíssima fotografia captada pelo Cinerama. A qualidade das imagens aliada à capacidade do Cinerama em englobar o entorno dos cenários, juntamente com a escolha em filmar na natureza, refletem a vastidão do oeste e atestam a grandiosidade e o desafio do projeto de conquista da região. A sensação de imersão é real graças à excelência visual alcançada. A segunda razão refere-se à criação e difusão dos mitos. “How the West Was Won” é um filme feito de americanos para americanos, nada menos. A obra pontua os elementos mais marcantes na narrativa de criação dos Estados Unidos como, por exemplo, o pioneirismo das famílias cristãs, a adversidade da natureza e seus ‘índios’ selvagens, e a inclinação natural do homem comum americano à terra, ao progresso e à liberdade.
A fim de legitimar tal narrativa o filme é recheado de estrelas, rostos conhecidos capazes de cativar imediatamente o público. Ademais, todos os cinco segmentos do filme acompanham uma família e seus descendentes, facilitando a conexão emocional com a história. Para além da exuberante fotografia, tudo aqui é pensado de maneira a reconhecer o esforço americano e tornar sua história num épico.
“How the West Was Won” é um grande exemplo de como o cinema é utilizado para legitimar narrativas, construir heróis, vilanizar indivíduos e esconder ou ignorar verdades inconvenientes, um artifício fantástico para a mobilização de corações e mentes. Um amargo lembrete de como o entretenimento moldou e deu razão à uma sociedade que avança sem se preocupar com outros grupos, animais, desertos ou montanhas. Quer entender porquê os Estados Unidos sentem-se no direito de liderar o mundo? Assista “How the West Was Won”.
Me parece que este é um exemplar notório do que seria um caça-níquel nos anos 60. Um elenco estelar, uma estapafúrdia ideia de compartilhar direção com grandes nomes e um filme episódico que não funciona mesmo com uma imagem linda de morrer e cenários absurdamente incríveis. O desdém tanto dos atores quanto dos diretores é inversamente proporcional ao trabalho de produção. Uma pena
How the West Was Won, Apesar do elenco de grandes atores, de grandiosos encenadores e de imagens muito belas... Todavia, a sua montagem é muito desencontrada, (com figuras que aparecem a esmo e desaparecem, do nada e por nada), com cenas muito pouco entrelaçadas em si, e, que assim bloqueiam na compreensão nas transladações e trajetórias de si mesmo... Sendo que tais coisas terminam por afetar o bom andamento do filme, então o que deveria ser uma espécie de apoteose ao final da película, Bem..., isso não chega não se nota, não abrolha e consequentemente se perde... Sem contar na velha patriotada de sempre e sempre quando se abordam os ditos, os feitos "gloriosos e heroicos" dos estadunidenses!... É isso.
Um clássico que há anos queria assistir, finalmente, assistindo, digo, é um épico grandioso, impressiona pelos cenários naturais, existem poucas cenas filmadas em estúdio, testemunhamos aqui o nascimento de uma nação, a chegada dos pioneiros, vemos os primeiros passos de Oklahoma, San Francisco, Washington, o filme passeia pela guerra civil americana, pelos vários e violentos conflitos que existiam naquele período...
A longa duração não atrapalha, são 2h45min de puro cinema e de uma história muito rica...
O elenco reuniu muitas estrelas importantes do cinema como Debbie Reynolds, Eli Wallach, Gregory Peck, Henry Fonda, James Stewart, John Wayne, Lee J. Cobb, Lee Van Cleef...
Há apenas duas únicas razões para assistir “How the West Was Won”: a primeira é a belíssima fotografia captada pelo Cinerama. A qualidade das imagens aliada à capacidade do Cinerama em englobar o entorno dos cenários, juntamente com a escolha em filmar na natureza, refletem a vastidão do oeste e atestam a grandiosidade e o desafio do projeto de conquista da região. A sensação de imersão é real graças à excelência visual alcançada. A segunda razão refere-se à criação e difusão dos mitos. “How the West Was Won” é um filme feito de americanos para americanos, nada menos. A obra pontua os elementos mais marcantes na narrativa de criação dos Estados Unidos como, por exemplo, o pioneirismo das famílias cristãs, a adversidade da natureza e seus ‘índios’ selvagens, e a inclinação natural do homem comum americano à terra, ao progresso e à liberdade.
A fim de legitimar tal narrativa o filme é recheado de estrelas, rostos conhecidos capazes de cativar imediatamente o público. Ademais, todos os cinco segmentos do filme acompanham uma família e seus descendentes, facilitando a conexão emocional com a história. Para além da exuberante fotografia, tudo aqui é pensado de maneira a reconhecer o esforço americano e tornar sua história num épico.
“How the West Was Won” é um grande exemplo de como o cinema é utilizado para legitimar narrativas, construir heróis, vilanizar indivíduos e esconder ou ignorar verdades inconvenientes, um artifício fantástico para a mobilização de corações e mentes. Um amargo lembrete de como o entretenimento moldou e deu razão à uma sociedade que avança sem se preocupar com outros grupos, animais, desertos ou montanhas. Quer entender porquê os Estados Unidos sentem-se no direito de liderar o mundo? Assista “How the West Was Won”.
Me parece que este é um exemplar notório do que seria um caça-níquel nos anos 60. Um elenco estelar, uma estapafúrdia ideia de compartilhar direção com grandes nomes e um filme episódico que não funciona mesmo com uma imagem linda de morrer e cenários absurdamente incríveis. O desdém tanto dos atores quanto dos diretores é inversamente proporcional ao trabalho de produção. Uma pena
Filme extremamente chato.
How the West Was Won, Apesar do elenco de grandes atores, de grandiosos encenadores e de imagens muito belas... Todavia, a sua montagem é muito desencontrada, (com figuras que aparecem a esmo e desaparecem, do nada e por nada), com cenas muito pouco entrelaçadas em si, e, que assim bloqueiam na compreensão nas transladações e trajetórias de si mesmo... Sendo que tais coisas terminam por afetar o bom andamento do filme, então o que deveria ser uma espécie de apoteose ao final da película, Bem..., isso não chega não se nota, não abrolha e consequentemente se perde... Sem contar na velha patriotada de sempre e sempre quando se abordam os ditos, os feitos "gloriosos e heroicos" dos estadunidenses!... É isso.
Um clássico que há anos queria assistir, finalmente, assistindo, digo, é um épico grandioso, impressiona pelos cenários naturais, existem poucas cenas filmadas em estúdio, testemunhamos aqui o nascimento de uma nação, a chegada dos pioneiros, vemos os primeiros passos de Oklahoma, San Francisco, Washington, o filme passeia pela guerra civil americana, pelos vários e violentos conflitos que existiam naquele período...
A longa duração não atrapalha, são 2h45min de puro cinema e de uma história muito rica...
O elenco reuniu muitas estrelas importantes do cinema como Debbie Reynolds, Eli Wallach, Gregory Peck, Henry Fonda, James Stewart, John Wayne, Lee J. Cobb, Lee Van Cleef...
Uma obra indispensável para cinéfilos!