Os presidentes dos países da América do Sul e o do México irão se encontrar no Chile para discutir a Associação Petroleira do Sul, uma organização que visa fortalecer a posição dos mesmos em relação à compra e venda de petróleo. Hernán Blanco (Ricardo Darín), o recém-eleito presidente da Argentina, segue para o local sob uma certa desconfiança, já que há contra si a ameaça de que um antigo desvio em fundo de campanha seja revelado publicamente. Além da pressão inerente ao encontro e a sombra do presidente brasileiro, Oliveira Prette (Leonardo Franco), ele precisa lidar com questões pessoais devido aos problemas psicológicos de sua filha, Marina (Dolores Fonzi).
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Fiquei muito incomodada com o roteiro desse filme (ou a falta dele), simplesmente tudo fica em aberto, nem mesmo a trama política tem um desfecho decente. Faz tanto suspense com tudo, que no final nada é esclarecido. A trama familiar do presidente argentino não faz nenhum sentido, não acrescenta nada de interessante à história e não tem desfecho, fica tudo no ar, e até seria legal, se não soasse inacabado.
Tive que ver em três pegadas pra poder terminar, tamanho o tédio.
As únicas coisas que prestam são as locações e a fotografia, até Darín ficou aquém.
Não me conquistou.
Normalmente gosto dos filmes do Darin mas com certeza este foi o pior deles
Gosto muito do Darín e do cinema argentino, mas esse deixou muito a desejar
Se eu tivesse que escolher entre este e outro filme, apenas pela sinopse, desconfiaria de meu interesse, mas, ao ler a ficha técnica e encontrar vários envolvidos por quem sou fascinado, adentrei a sessão, via exibição casual no canal Cinemax - e fiquei muito afetado pelo clima de suspense extremo, a partir de um compêndio de reuniões intencionalmente diplomáticas: o diretor conduz tudo como se estivesse nos apresentando um filme de terror, a partir da demonstração do Mal que baliza as decisões políticas hodiernas. E que interpretações soberbas ele requisitou para atingir os seus objetivos: Ricardo Darín, Paulina García, Leonardo Franco, Dolores Fonzi, até mesmo Christian Slater, estão todos maravilhosos aqui! Fiquei assustado e muito interessado, ao longo de toda a película: há tanto nas entrelinhas dos diálogos, das conversas, dos acordos... E aquele final abruto?! Caramba, filmaço! (WPC>)
Como no mundo real: entre países não há “hermanos”.