Acreditando que imagens podem estimular a empatia e causar mudanças nas pessoas, o diretor Louie Psihoyos (Oscar de melhor documentário por A enseada) se juntou a um grupo de ativistas, cientistas, fotógrafos da natureza e inventores a fim de chamar atenção para os perigos que a raça humana corre. O filme joga luz sobre uma série de operações secretas, que revelam um terrível mercado negro de troca de animais aquáticos em extinção, assim como a liberação de metano e carbono no oceano, que em breve trará consequências desastrosas. Competição do Sundance Film Festival 2015.
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COMAM MAIS PLANTAS!
Só um comentário: "Manta Ray" de ANOHNI. Que música! Que música! Já a conhecia antes de assistir ao documentário e agora, diante das imagens, diante do impacto, diante da emoção, foi como unir os sentimentos. Estou impressionado. Emocionado, calado, pensativo, incomodado. E a cena pós-crédito, com a chegada do dia e os sons da cidade retomando seu lugar, dão um clima estranho, não? Gritamos, cantamos, lutamos e, no raiar de u m novo dia, tudo volta ao que era antes... Taí a pandemia que não mudou consciência alguma. Um agridoce documentário importante e marcante.
O Ser Humano foi o último a chegar e já sentou na janelinha....Somos um vírus mortal para o nosso planeta.
Putz, esse foi foda demais!!! Passou da hora da gente acordar!!!
Chorei do início ao fim, e olha que já vi muito documentário sobre o tema, mas nenhum conseguiu me abalar tanto.