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Data de lançamento
18 Set. 1969Duração
Samantha e James seriam um típico casal americano se não houvesse um detalhe inusitado: Samantha tem o poder de fazer mágica com uma simples torcidinha do nariz. E o marido James, um publicitário atrapalhado, também tem características incomuns, apesar de não ter nenhum poder excepcional. Quando descobre os dons da jovem esposa prefere ignorá-los, sem jamais contar com eles na solução dos seus problemas. Ele segue trabalhando duro, levando bronca do chefe, sem pedir ajuda a sua bruxinha particular. Já Samantha, fiel a sua origem, está sempre tentada a usar todos os seus poderes, para facilitar a vida do casal. Mas o amor fala mais alto e para não desagradar ao marido a feiticeira vive driblando sua natureza de bruxa. O resultado desse conflito permanente é uma sucessão de situações complicadas, surpreendentes e muito divertidas.
Emissora: ABC • Episódios: 30 • Duração: 25 min.
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Primeira temporada que eu achei ruim. E não foi pela troca de ator. As histórias, principalmente da segunda metade, foram até interessantes na ideia, mas conduzidas de uma forma muito chata e desinteressante.
Temporada com roteiros hilários e criativos, mas ainda assim, terminei com aquela sensação de que foi arrastada. Dick Sargent foi bem no papel, mas o par com a Liz Montgomery é um pouco difícil de engolir. A saída de Dick York desfalcou bastante a série. Agora é partir para a sétima!
foi um pouco difícil (e estranho) me acostumar com a mudança tão repentina do dick york pelo dick sargent no papel de darrin, especialmente porque o sargent me lembra muito o jack nicholson como o jack torrance d'o iluminado do kubrick (o que não vem a ser uma coincidência muito feliz), mas como a temporada é de 69 e o filme só veio em 80, me forcei um pouco a esquecer essa semelhança e... não é que o sargent conseguiu incorporar bem o darrin stephens? talvez isso seja porque o dick york estava ficando cada vez mais ranzinza nas temporadas anteriores (tanto que gostei muito mais dos episódios da quinta temporada em que ele não aparecia, já que tudo que fazia era reclamar). mas, no fim das contas, acho que o comentário que rondou na época da substituição de que o sargent fez o relacionamento do casal esfriar por conta do ator ser homossexual é completamente infundado (porque preconceituoso nem é preciso falar).
no início, também, achei a inclusão da alice ghostley como esmeralda um pouco estranha, mas com a morte da marion lorne que fazia a tia clara, o papel de alguém atrapalhado estava realmente fazendo falta.
ah, e não posso deixar de falar do bernard fox como o dr. bombay, que ganhou mais espaço e me conquistou com as tiradinhas que ninguém achava muita graça exceto eu.