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Duração
Abel (Anthony Perkins), um jovem idealista venezuelano, foge de sua terra natal para escapar de uma revolução. Ele se refugia na selva amazônica, na esperança de encontrar paz, mas lá ele conhece Rima (Audrey Hepburn), uma inocente garota que vive na floresta em completa harmonia com a natureza. Abel tenta salvá-la das imposições do avô e das superstições dos nativos, enquanto tenta entrar em equilíbrio com suas próprias crenças. .
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Elenco curioso, o sinistro Henry Silva como um jovem índio guerreiro.
Audrey Hepburn foi dirigida pelo então marido na época, o ator e diretor, Mel Ferrer. Por isso, achei que as cenas românticas estavam frias, entre ela e o Anthony Perkins (que não tem porte físico de galã, mas está lindinho) e faz boa atuação junto com Hepburn.
Os cenários reproduzidos das florestas da américa do Sul, soam bastante artificiais. E o roteiro é sonolento demora um bocado a engrenar a história. Contudo, achei fofinho a atuação dos dois.
Aventura e drama romântico em CinemaScope da MGM que foi baseado no romance homônimo de 1904 do autor argentino William Henry Hudson (1841-1922). "Green Mansions" foi o 1° grande filme de Hollywood filmado em Panavision. Penúltimo crédito de direção de longa-metragem dos 7 filmes que o ator Mel Ferrer (1917-2008) realizou atrás das câmeras. As filmagens foram em Kaieteur Falls, na Guiana, Colômbia e Venezuela.
Audrey Hepburn (1929-1993) recusou o papel-título em O diário de Anne Frank (59) para estar neste filme. Vincente Minnelli originalmente começou a filmar com Pier Angelli e Edmund Purdom estrelando, mas os chefes da MGM odiaram a filmagem e cancelaram a produção. O compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos (1887-1959) compôs uma partitura em larga escala para o filme, mas a maior parte foi rejeitada pelo estúdio. Anthony Perkins (1932-1992) recusou Quanto mais quente melhor (59) para fazer este filme com Audrey Hepburn (que era esposa do diretor), e sempre disse que nunca se arrependeu.
Não esperava nada deste filme quando resolvi assistir e acabei gostando. É um conto mítico e romântico, com uma floresta amazônica cheia de animais e índios, além da bela natureza e mistério sobrenatural. Passa rápido a estória, é agradável e simpático de se ver, mesmo com alguns defeitos. Um filme muito subestimado pela crítica injustamente mas que a gente aprende com o tempo que jamais deveremos deixar de ver algo apenas baseando-se nas opiniões contrárias de outros.
Fraquinho porém fofíssimo
Apaixonada no Anthony Perkins cantando como faz
Que merda esse filme. Uma estrela só pela Audrey. Charade perdeu por enquanto o posto de pior filme com ela.
Filmes com a Audrey vistos até agora, em ordem de preferência:
The Children's Hour
Breakfast at Tiffany's
The nun's story
How to steal a million
Roman holiday
War and peace
Sabrina
Funny Face
My fair lady
Charade
Green Mansions