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Data de lançamento
23 Ago. 2024Duração
O longa apresenta a história de Isaías Wright, um jovem sem planos para o futuro que depois de ser desafiado pela mãe descobre o propósito de Deus em sua vida.
As coisas começam a mudar quando Isaías conhece um empresário de sucesso e assim começa a traçar um rumo melhor para sua vida. Ele passa a ser discipulado pelo seu novo mentor, conta com orações de sua mãe e de uma guerreira de orações, Dona Clara, e começa a descobrir o propósito de Deus para sua vida.
Um filme exclusivo para crentes.
Eu assisti por estar procurando coisas sobre disciplina, foco e profissionalismo, fiquei bem decepcionada.
😢
É um filme que, pra mim, funciona bem dentro da proposta que assume. Não é uma produção grandiosa nem cheia de reviravoltas, mas entrega uma mensagem clara e consistente. Gostei da forma como trabalha crescimento pessoal e responsabilidade, mostrando transformação de maneira gradual, sem pressa
Aos cinéfilos já adianto: não percam seu tempo.
O publico cristão deu popularidade a esse filme apenas por ser uma produção de temática que os interessa, mas, tecnicamente falando não tem quase nada que se aproveite. Roteiro fraquíssimo, história rasa e com um desenrolar nada funcional, atuações amadoras (com exceção do Isaiah que até não foi mal). Enfim.. absolutamente nada demais.
Filme muito bonito 😁
As produções do Alex Kendrick sempre causam grande frisson em terras brasileiras e, infelizmente, muitas das reações vêm carregadíssimas de pré-conceitos. Eu gosto de como os filmes dele são nitidamente produções pequenas, eu diria até familiares, mas sempre bem executadas. Existe um repeteco de atores, até mesmo de jornadas dos personagens, mas é bem produzido. Eu fico pensando como seria se tivéssemos aqui no Brasil uma Alex Kendrick Produções, porque eu gostaria bastante de ver uma família crente brasileira representada.
É partindo dessa ideia que eu quero falar sobre uma das coisas que (eu acho) não funciona mais comigo: a representação da família super americanizada. Nós já tínhamos visto isso em Quarto de Guerra, que, particularmente, eu considero o melhor filme dessa produtora. Aquela senhorinha fervorosa, aquela mãe preocupada, mas dedicada... Eu preferia que elas não tivessem sido reutilizadas tão descaradamente. A escolha pode ter sido motivada pela consciência de que essas personagens tocam e te comovem ou te aproximam delas. Bom, isso aconteceu perfeitamente em Quarto de Guerra. Repetir a dose agora soa clichê.
Há quem diga que não se deve comparar as obras, mas, vamos ser francos: a batidinha dos filmes Kendrick é a mesma. Uma história de superação, algum ponto de virada na fé do protagonista... Tudo bem, a proposta de A Forja é diferente, mas ao mesmo tempo não é. Não estou dizendo que é ruim, não é isso. Estou tentando expressar que eu quero ver algo novo vindo das mãos deles, porque eu vejo potencial.
Apesar desses parênteses, me agrada para onde o filme se encaminha. O fenômeno de divisão em pequenos grupos masculinos e femininos nas igrejas não é novidade, mas funciona, não há como negar. De Homens Valentes a Homens de Honra, de Mulheres que Oram a Feminina, esses ministérios impactam profundamente a vida de seus participantes. Como espectador, existem momentos que emocionam, só que, mais uma vez, não são tão impactantes quanto em Quarto de Guerra.
Admito que eu mesmo fiquei com medo do que seria a moral da história. Quando a gente descobre quem matou o filho do CEO e como o CEO lida com este homem, parece muito papo de positividade tóxica; no entanto, basta voltar às Escrituras e lembrar... Como era mesmo?... Perdoar 70 vezes 7?
É um bom filme para se ver com a família, mas não pretendo revisitar. Pensando agora, talvez eu devesse ter tido a experiência de ir ao cinema para vê-lo. Nunca vou me esquecer dos assembleianos na minha sessão de Quarto de Guerra gritando “Ô glória!” a cada reviravolta.