Depois de sair do trabalho uma noite, uma estudante de arte de 20 anos de idade chamada Amy Manning (Kathleen Beller) descobre ao dirigir para casa que um homem misterioso de preto a perseguiu e repentinamente está em seu banco traseiro. Mesmo que ele tem a oportunidade de matá-la, ele diz a ela "Logo, Amy, em breve" e então desaparece. A polícia já não está disposta a ajudá-la, por falta de evidencias e embora a sua madrasta Adele (Mariette Hartley) diz que ela acredita, a aconselha a visitar um psiquiatra, Dr. Letterman (Keir Dullea). Para ele, ela admite que seu pai se afogou um ano atrás, durante um acidente de barco. E Amy deveria estar com ele em sua viagem, mas cancelou, e por isso se sentia culpada desde então.
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John Llewellyn Moxey é um dos diretores televisivos que mais deram as caras na TV aberta durante a década de 90. Naquela época inesquecível tive a oportunidade de assistir a vários dramas, suspenses e terrores dirigidos por ele.
Esse "A Fuga Eterna" eu vi na Bandeirantes, e dei uma relembrada nele pelo YouTube e continuo o achando legalzinho.
A primeira metade é boa, com destaque
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para as cenas onde o cara misterioso persegue Amy, com sequencias de suspense e tensão dentro da escola de arte e no estacionamento.
E depois com Amy e Adele indo pra casa do lago, e Amy sendo atacada quando estava sozinha.
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Na segunda metade, há uma quebra de ritmo,
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após ser revelado que Adele estava por trás dos ataques e que o psiquiatra de Amy era o homem encapuzado misterioso que a perseguia. Ele diz a Adele que empurrou Amy do barco e ela se afogou no rio.
Daí em diante o filme segue lento e se passa quase que somente na casa de Adele, com coisas misteriosas acontecendo e a fazendo acreditar que Amy não morreu ou que seu espírito voltara para se vingar.
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Tem uma história simples, mais interessante em sua primeira metade, e o final é legal.