Amigos e admiradores do iconoclasta diretor de cinema Sam Fuller falam em sua memória neste inconvencional documentário dirigido pela única filha desse diretor, Samantha.
Um documentário obrigatório de qualquer fã de Fuller,mesclando imagens de filmes do diretor e imagens captadas por ele durante a guerra o filme mostra o quão genial esse diretor era.A cena em que ele mostra um campo de concentração é brilhante. Tive o prazer de ver o filme na Mostra com a presença de Samantha Fuller(lindíssima!) que mostrou o quão importante foi fazer esse filme
A partir da leitura de trechos extraídos de sua própria autobiografia, intitulada A third face - ajudem-me a encontrar a tradução em português, se é que existe -, o prolífico diretor, roteirista, produtor e ator Samuel Fuller é desnudado por sua filha única, Samantha, que ainda acrescentou a este documentário obrigatório um compêndio de fotos e cenas de arquivos, várias delas inéditas e obtidas pelo próprio cineasta no curso da segunda guerra mundial.
Ora descontraído, beneficiando-se do senso de humor ácido e perverso de Sam e também da interpretação feita por atores e diretores de pedaços do livro, ora cruamente honesto, em particular no que se refere aos relatos de tempos de guerra, o trabalho de Samantha Fuller ainda realiza o sonho do pai, servindo de inspiração a todo jovem entusiasta da sétima arte. Bem, preciso ler a autobiografia do sujeito já!
Um documentário obrigatório de qualquer fã de Fuller,mesclando imagens de filmes do diretor e imagens captadas por ele durante a guerra o filme mostra o quão genial esse diretor era.A cena em que ele mostra um campo de concentração é brilhante. Tive o prazer de ver o filme na Mostra com a presença de Samantha Fuller(lindíssima!) que mostrou o quão importante foi fazer esse filme
A partir da leitura de trechos extraídos de sua própria autobiografia, intitulada A third face - ajudem-me a encontrar a tradução em português, se é que existe -, o prolífico diretor, roteirista, produtor e ator Samuel Fuller é desnudado por sua filha única, Samantha, que ainda acrescentou a este documentário obrigatório um compêndio de fotos e cenas de arquivos, várias delas inéditas e obtidas pelo próprio cineasta no curso da segunda guerra mundial.
Ora descontraído, beneficiando-se do senso de humor ácido e perverso de Sam e também da interpretação feita por atores e diretores de pedaços do livro, ora cruamente honesto, em particular no que se refere aos relatos de tempos de guerra, o trabalho de Samantha Fuller ainda realiza o sonho do pai, servindo de inspiração a todo jovem entusiasta da sétima arte. Bem, preciso ler a autobiografia do sujeito já!