A idéia é muito boa: quando li a sinopse, fiquei impressionado com a ótima sinopse. Porém, o filme é tão mal dirigido e ma-interpretado que quase tudo se esvai: o humor descamba para a obviedade física e para uma visão excessivamente fetichizada e instrumental da cinefilia. Desagradável em sua objetificação dos filmes. A cena com o Hermano Penna demonstra bem isso: não há afeto, mas ranço. Por sorte, algo naquele filme soa vivo, não obstante o péssimo aproveitamento da equipe televisiva. Tinha tudo para dar certo, mas... Tecnicamente, é um fiasco! ( e isso não tem a ver com baixo orçamento, é preguiça mesmo!) - WPC>
Esse ano a TV Cultura está deixando a desejar em relação aos telefilmes coproduzidos por ela que estão estreando nesse mês de junho. Até agora não vi nenhum que fosse realmente bom. Ao contrário da outra seleção, exibida anos atrás (no final de 2009) e que contava com os ótimos "Carro de Paulista" e "Para Aceitá-la, Continue na Linha". Esse "A Grávida da Cinemateca" tem um início interessante, ainda mais por tratar, a princípio, do universo dos filmes. Mas, aos poucos, a história vai tomando um rumo cada vez mais estranho e chega a ser apelativo ao ficar mostrando a todo momento os seios da protagonista. O desfecho é imprevisível, mas isso não quer dizer que seja de qualidade. Pelo contrário, é bizarro e exagerado.
Outra nota mentirosa!
Gostei fds!
A idéia é muito boa: quando li a sinopse, fiquei impressionado com a ótima sinopse. Porém, o filme é tão mal dirigido e ma-interpretado que quase tudo se esvai: o humor descamba para a obviedade física e para uma visão excessivamente fetichizada e instrumental da cinefilia. Desagradável em sua objetificação dos filmes. A cena com o Hermano Penna demonstra bem isso: não há afeto, mas ranço. Por sorte, algo naquele filme soa vivo, não obstante o péssimo aproveitamento da equipe televisiva. Tinha tudo para dar certo, mas... Tecnicamente, é um fiasco! ( e isso não tem a ver com baixo orçamento, é preguiça mesmo!) - WPC>
Esse ano a TV Cultura está deixando a desejar em relação aos telefilmes coproduzidos por ela que estão estreando nesse mês de junho. Até agora não vi nenhum que fosse realmente bom. Ao contrário da outra seleção, exibida anos atrás (no final de 2009) e que contava com os ótimos "Carro de Paulista" e "Para Aceitá-la, Continue na Linha".
Esse "A Grávida da Cinemateca" tem um início interessante, ainda mais por tratar, a princípio, do universo dos filmes. Mas, aos poucos, a história vai tomando um rumo cada vez mais estranho e chega a ser apelativo ao ficar mostrando a todo momento os seios da protagonista.
O desfecho é imprevisível, mas isso não quer dizer que seja de qualidade. Pelo contrário, é bizarro e exagerado.
a melhor parte do filme: quando acaba
dia 25 de junho, sábado, 0h, na sessão "Telefilmes Cultura", da TV Cultura.