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Data de lançamento
2 Julho 2021Duração
Um pai de família é convocado para lutar numa guerra futurista. Logo, o destino da humanidade depende que ele seja capaz de corrigir os erros que cometeu em sua vida.
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Vi a primeira vez em 2022 e achei bem sem graça, porém dei mais uma oportunidade e vi novamente hoje, já não achei tão horrível quanto da primeira vez, mas não é nenhuma obra prima do cinema.
Muitas cenas exageradas e convenientes, filme de ação a cara do super cine (isso não é ruim).
Bom passatempo
Confesso que não achei o filme ruim, mas também não é grande coisa, é bem 'sessão da tarde'.
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Achei a proposta do filme muito interessante e foi o que me prendeu na frente da TV para assistir, mas a entrega fica devendo bastante.
Acho que é um filme bem dinâmico, com bastante cenas de luta, etc. Mas a história não é muito consistente e acaba sendo uma coadjuvante no entulho de efeitos especiais. O que torna as mais de 2h desnecessárias.
Acredito que o filme vai bem até o retorno do Dan para o presente, aí o negócio desanda completamente, se torna desinteressante e arrastado.
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No mais, não achei um filme ruim, mas está longe de ser bom, é só assistível pra passar o tempo mesmo.
Um bom filme de sessão da tarde. Chris Pratt já está saturado nesse tipo de filme.
Meia boca, gostei das cenas de ação, a trama não empolga, apesar de ter ET, salvar a humanidade, viagem no tempo(questão inclusive muito mal trabalhada dentro do filme) senti foi sono.
O filme também incomoda com a longa duração, e no excesso de pieguice!
"A Guerra do Amanhã", do Chris McKay, não veio para revolucionar nada na ficção científica, o filme e um entretenimento dos bons, cheio de ação, CGI caprichado e um herói, pai de familia, trabalhador pra salvar a pele de todo mundo. A história joga a gente pro caos, numa coragem, numa audácia que só quem gosta de esporte e no caso o futebol, ja pensou nisso uma vez na vida.
Viajantes do tempo vindos de 2051 surgem no gramado em plena Copa do Mundo, bem na hora em que o Peralta estava na cara do gol, pra soltar a desgraça que a humanidade está sendo devastada no futuro por monstros insaciáveis, e a única saída é recrutar o povão do presente pra guerra!
O grande trunfo do filme está na qualidade técnica e na força da sua ação. O diretor conduz a produção com uma voltagem altíssima, fazendo o velho Chris Pratt correr o filme inteiro para dar conta da raça de alienígenas violenta e fominha. Os Garras-Brancas são predadores alfa que jogam bruto, desses que quando morre, levam um cinco com eles. O design e a CGI são excelentes, nas cenas de invasão e das lutas, o filme impressiona demais pela qualidade técnica, que pra um filme se streaming bate em muita coisa feita pelas Netflix da vida.
O elenco de apoio, que conta com nomes de peso como Yvonne Strahovski, Betty Gilpin e o sempre sensacional J.K. Simmons, que entrega o peso dramático necessário — e mesmo que a relação de pai e filha tenha uma dose extra de açúcar e alguns personagens típicos pareçam feitos para preencher cota de alívio cômico, a estrutura dramatica funciona de forma muito sólida.
O filme tem grandes cenas de ação, como o batismo de fogo, com os soldados caindo do céu em uma Miami devastada e enfrentando os monstros no breu de uma escadaria feroz; o apocalipse na plataforma petrolífera, onde milhares de criaturas escalam a estrutura sob um tiroteio do capeta e explosões poderosas; e o final com a caçada nas geleiras da Rússia, que muda o ritmo pra uma tensão silenciosa que joga a turma pra dentro de uma nave enterrada no gelo, pra depois eles se pegarem num MMA brutal e sangrento contra as criaturas no meio da nevasca.
Enfim, "Guerra do Amanhã" se consolida como um ótimo e honesto entretenimento, recheado de tiros, bombas, correria e suspense. O roteiro não tenta ser um tratado complexo sobre física temporal; ele foca na sobrevivência coletiva, tem um herói paizão, filhota e vovôzão (Pratt, Strahovski e J.K. Simmons) na trama. Tem grandes cenas de ação, e a última meia hora entrega um desfecho na neve que faz você querer uma sequência quando acaba.
O filme de Chris McKay é aquela ficção cheia de ação e feita sob medida para distrair a cabeça, divertir e lavar a alma, com um espetáculo visual de respeito. É um blockbuster raiz que cumpre muito bem seu papel.