Após receber a triste notícia da morte de sua mãe, Thomas retorna ao Brasil acompanhado de seu namorado, Beni. Ao chegar, descobre que é o único herdeiro de uma avó que nunca conheceu. Movido pela curiosidade de reconectar-se com sua história familiar, eles visitam a casa da avó, onde Thomas é recebido por duas tias idosas que o acolhem como um filho perdido há muito tempo. À medida que Thomas se encanta cada vez mais com o local, Beni começa a desconfiar que algo sinistro se esconde sob a superfície da pacata vida no campo.
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Eu assisti A Herança e achei um filme bem interessante, daqueles que te prendem mais pela curiosidade do que por grandes acontecimentos.
A história acompanha o Thomas, que mora na Alemanha com o namorado, Benny. A vida dele muda quando ele descobre que a mãe morreu, e isso faz com que ele volte pra sua cidade natal. A partir daí, o filme começa a construir um clima meio misterioso, com situações e personagens que vão levantando várias suspeitas ao longo da trama.
O mais legal é como a história vai se desenrolando de forma simples, mas ainda assim te deixa curioso pra entender o que realmente está acontecendo. Não é aquele filme super intenso ou cheio de reviravoltas absurdas, mas é uma história que funciona, que te envolve.
Agora, um ponto que me pegou foi a parte dos efeitos especiais eles são até meio engraçados em alguns momentos, principalmente no final, que acaba ficando um pouco exagerado. Mas, sinceramente, não chega a estragar a experiência.
No geral, é um filme legal, com uma história interessante e um mistério que te mantém atento. Não é perfeito, mas vale a pena assistir.
A ideia geral é bem manjada e a edição deixou a desejar. Cenas longas demais pra criar uma tensão que não existe. Tinha potencial, mas foi ruim.
Péssimo... Ruim com força! Chega ser constrangedor. Nada presta... Enredo ridículo, atuações horrorosas, tudo é ruim!
A Ideia é muito boa, mas as atuações e a direção me pareceram muito amadores.
Li tantos comentários negativos que, por conta de algo intrinsecamente relacionado à operação titular (uma herança), procrastinei a sessão, já que sou avesso às chantagens emocionais de cunho classista. Para a minha grata surpresa, entretanto, trata-se de um filme que insere a crise (matrimonial, familiar, nacional) no centro das tensões entre os personagens. O elenco está muito eficiente (só não gosto da participação de Yohan Lévy) e, apesar de previsível, o mote terrorífico é entretenedor, o interesse é mantido até o previsível (mas bem realizado) desfecho: amei a breve aparição da musa Gilda Nomacce como matriarca bruxa e estrábica. Muito bacana, realmente me fisgou positivamente, numa noite sem planos. Liguei a TV, estava começando, assisti e não me decepcionei (dado que as expectativas eram baixíssimas). Há aspectos interessantes nas entrelinhas sociológicas do enredo! (WPC>)