Mark Cousins oferece esperança e otimismo enquanto explora diferentes filmes e fala sobre como a tecnologia está mudando o curso do cinema em um novo século e como a pandemia relacionada ao Covid-19 continua o processo.
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Petzold e Hong Sang-soo são os melhores cineastas da década de 2010 e apesar desse filme mencionar uma caralhada de filmes não aparece nenhum filme desses dois, mas Deadpool, Pantera Negra e Joker (e Bollywood, muita Bollywood) marcam presença.
A narração que antes parecia incômoda revela-se mui acalentadora em sua languidez e ternura. Entretanto, como este apêndice do documentário original tem um escopo mais delimitado que os capítulos anteriores (os paradigmas cinefílicos do novo século), ele parece um pouco mais forçado em suas comparações e elogios. Exemplo: enfatizar o insosso BLACK MIRROR: BANDERSNATCH como interessante em sua "inovação narrativa" pareceu-me tão exagerado quanto dizer que um determinado filme é "tão acolhedor quanto uma canção da Dolly Parton". Mas não tem como não ficar fascinado pelas escolhas variegadas deste crítico, que, como corrigiu-me um amigo (quando eu brinquei que ele era um decolonial enciclopédico - risos), esforça-se para expandir os cânones da história do cinema. Impossível não ir em busca da lista aqui deslindada para conferir os títulos que o diretor menciona. Apesar da longa duração, dá vontade de ver de nodo e de novo e de novo... Uma delicinha! (WPC>)