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Documentário premiado com testemunhos nunca antes visto sobre o jovem Emmett Louis Till, que, em 1955, foi brutalmente assassinado depois de ter assobiado para uma mulher branca.
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Tomei conhecimento sobre a história de Emmett no documentário "O pai da Black Music" e fiquei bem curioso quanto a história citada.
É, realmente, lamentável, triste e medonho o quão a humanidade é capaz de fazer consigo mesmo.
Pior é saber que a intolerância permanece viva e oculta no seio da nossa sociedade. Disfarçada, adormecida e alimentada por anos e anos do imperialismo da lei, do poder e da própria ganância e selvageria do homem. 18/05/2020
Mano, acabei de ver agora e só consigo sentir ódio desses racistas que torturaram e mataram uma criança. É horrível saber que ele era um garoto brincalhão, com toda uma vida pela frente mas que foi morto por pessoas que se achavam superiores por causa da sua cor de pele e que tinham o poder sobre a vida dos outros. Toda vez que olho para a foto dele e penso no quanto ele sofreu sinto uma dor muito grande. A mãe dele foi incrivelmente forte, para continuar de pé e lutar depois de saber tudo aquilo, nem imagino o que seria de mim numa situação como a dela.
Realmente é chocante. Muito tempo se passou desde a morte de Emmett Till, mas é impressionante a violência a que foi submetido. Mesmo que tivesse culpa (e assobiar para uma mulher não pode jamais ser considerado um crime) o menino foi violenta e covardemente agredido. Sua morte acabou por fazer com que muita coisa mudasse no preconceituoso sul dos EUA, mas ele pagou um preço muito caro por uma simples brincadeira. Foi um acontecimento terrível, injusto e que mostra o lado animalesco do ser humano.
Emmylou Harris fez uma música maravilhosa sobre Emmett Till; seu título é "My Name is Emmett Till". É uma música de grande sensibilidade. Vale a pena ouví-la. Está no álbum "Hard Bargain". É um momento único da música americana.
Que Emmett Til esteja em um lugar melhor, apenas olhando para este malvado e insano mundo que não teve piedade dele.
Que documentário devastador.
Emmett Louis Till, um garoto de 14 anos de idade foi brutalmente torturado e assassinado pelo suposto delito de """assobiar/ flertar"""" com uma mulher branca na zona rural do estado do Mississippi em 1955.
Os autores do crime obviamente culpados foram absolvidos pela inominável Justiça ‘Sulista’ Americana, o pior de tudo - um dos acusados confessou o crime - um ano após - em uma entrevista indigesta.
Este evento foi um catalisador para o movimento dos direitos civis ganhar mais força. O documentarista Keith Beauchamp em busca de respostas, realizou este poderoso material e fez com que o Ministério Público Americano reabrisse o caso 50 anos após os fatos, ou seja, o documentário foi uma importante peça para que a justiça fosse feita...
As imagens de época e declarações de testemunhas são a maior riqueza da produção, e não há declaração mais difícil de mensurar em palavras do que o testemunho da mãe de Emmet contando em detalhes cruéis e emocionantes como encontrou o corpo mutilado do filho(...) tive que pausar umas 2 vezes de tão forte e chocante que eram imagens e falas(...) dificilmente vou esquecer a foto e tamanha descrição.
Rosa Parks declarou que "pensou em Emmett Till", quando se recusou a ceder seu assento no ônibus para uma pessoa branca , e há incríveis semelhanças interessantes entre o julgamento real com o julgamento fictício do clássico "O Sol É Para Todos” (livro influenciado e publicado 1960), prova de que a trágica morte jovem rapaz e o julgamento injusto que teve, ramificou para grandes e importantes conseqüências em nossa sociedade.Altamente Recomendo!!!