A História Sionista

A História Sionista (2009)
The Zionist Story
Média do filme: 4.5 de 5 — baseado em 34 votos
MÉDIAFILMOW
4.5
34 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Ronen Berelovich
País de origem Israel 🇮🇱
Duração 75 min (1h15)
Status Streaming

Dirigido por

Duração

75 minutos
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Sinopse

Através do documentário de Berek Joselewicz, um ex-soldado israelense - arrependido pela sua participação nas ocupações - conheça a truculência do sionismo que aterroriza todo o estado Palestino e o povo árabe com a limpeza étnica, as execuções, torturas e prisões sem julgamento de jovens, idosos, crianças e mulheres sob o falso argumento de que estão se defendendo. (docverdade)

Comentários do diretor: "(...)A História Sionista, tem o objetivo de apresentar não apenas a história do conflito entre Israel e a Palestina, mas também a principal razão para isso: a ideologia sionista, seus objetivos (passado e presente) e sua dureza, não só na sociedade israelense, mas também, cada vez mais, sobre a percepção das questões do Oriente Médio e nas democracias ocidentais.

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Tempestade

Comentários 0
amigos querem ver
pfelipensdois
pfelipens!
1 ano atrás

Um bom resumo da questão, isso aqui você nunca vai ver o William Bonner contando no ar condicionado dele.

Sionismo é materialização da maldade, que não deu certo, mas agora querem recauchutá-la! O filme é muito interessante...

danielsr
DanielSR
9 anos atrás

O autor do documentário, um israelense, teve a total liberdade de criticar seu Estado, sem medo de ser perseguido ou morto. Já se fosse de algum país islâmico, estaria ao lado de Maomé e suas virgens, sem antes ter sido humilhado publicamente, ou apedrejado, se mulher fosse.
Contradições à parte, quem conhece a história dos judeus, sabe que foram perseguidos desde que o mundo é mundo, por cristãos ou muçulmanos, e que o holocausto foi apenas o último dos horrores perpetrados a esse povo.
Mas vejam, judeus, ciganos, armênios, negros, indígenas, dentre outros, foram massacrados e escravizados, de uma forma que nós ocidentais ou os povos islâmicos jamais experimentamos. Óbvio que isto não permite o revanchismo por parte deles, porém, até onde sei, isto sequer foi especulado.
Os palestinos, antes da criação do Estado de Israel, morriam aos montes de febre amarela e outras doenças, viviam de uma agricultura arcaica, não tinham infraestrutura básica, saneamento, enfim, o mínimo próximo de uma vida digna. Hoje esse atraso foi erradicado, pântanos cheios de mosquitos carregados de doenças removidos, saúde disponível para todos, além de transportes modernos, alimentação universal, etc. Tudo graças ao "sionismo genocida".
Mas as pessoas não gostam disso, afinal leram coisas horríveis sobre os judeus em sites de conspiração de quinta categoria, em livros religiosos escritos há dois mil anos ou em artigos publicados por algum clérigo muçulmano embriagado de ódio e intolerância.
E essas mesmas pessoas não são chegadas a uma versão mais lógica e imparcial de suas visões de mundo. Afinal, não vejo ninguém por aí defendendo a expulsão dos albaneses da terra que não é deles, e sim dos sérvios, ou a devolução da Turquia para os cristãos bizantinos, que foram trucidados pelos otomanos (muçulmanos), turcos, aliás, que cometeram uma das maiores atrocidades da história da humanidade, o genocídio contra os armênios (talvez mais de 2 milhões de pessoas), e que até hoje nunca foram responsabilizados por isto.
Ora, mas não vamos criticar os muçulmanos por suas ações, pelo seu machismo, ou por seu atraso em todas as áreas. Pega mal, é xenofobia, falta de respeito com a cultura dos outros, e só serviria para alimentar o ódio. Vamos é meter o pau nos judeus (o bode expiatório preferido de muita gente), vamos viajar na maionese achando que eles matam palestinos aos montes, que eles não têm direito a um território (que era deles originalmente), que têm o controle do poder mundial, do dinheiro, etc.
Só não sei se tudo isso é ignorância ou hipocrisia mesmo.

anarquistacritico
Anarquista Crítico
9 anos atrás

A criação do Estado sionista constitui um dos episódios mais lamentáveis da história do século XX e um dos grandes crimes contra a humanidade. Um Estado sustentado por uma concepção racista de mundo, o sionismo -- condenado pela ONU como racismo em diversas resoluções --, e fundamentado por um pseudo direito do povo judeu à “terra santa” (que historicamente não se sustenta), além de braço do imperialismo no Oriente Médio. É interessante notar que desde o surgimento do sionismo no fim do século XIX até a criação do Estado de Israel, todos os planos de expansão e de tomar os territórios palestinos já estavam bem claros para qualquer observador crítico, planos estes que são apoiados pelo poderoso lobby sionista e que tiveram o Brasil como um dos principais responsáveis pela resolução da ONU que consistia na famigerada partilha da Palestina histórica.

Um estado fundado com base em uma tragédia humanitária, no terrorismo, na guerra, na violência, no racismo e na mentira. Ao olharmos os mapas da Palestina de 1948 até os dias de hoje, fica claro que a intenção do estado sionista é dominar todos os territórios através de assentamentos judaicos e da limpeza étnica contra a população local. Desde a vitória sionista na Guerra dos Seis Dias a postura de Israel é de desrespeito para com todas as medidas da ONU e a ocupação sistemática de territórios estrangeiros (Colinas de Golã, Monte do Sinai (devolvido ao Egito), Faixa de Gaza e Cisjordânia).

Achei importante o doc discutir o poder da retórica sionista no Ocidente, divulgada e aclamada pela mídia sionista e pelos poderosíssimos lobbies que blindam Israel de qualquer crítica. Israel é o único país do mundo incriticável e quem ousa quebrar esse consenso em torno do regime sionista logo é caluniado de forma cretina como antissemita e revisionista do Holocausto, o fato histórico que virou trunfo para justificar qualquer crime cometido pelo sionismo. Ainda há muito a se revelar sobre o Holocausto e também sobre como tal episódio lamentável é explorado para fins econômicos e políticos pela elite sionista. Neste sentido, Norman Finkelstein e Noam Chomsky, ambos judeus, nos dão bons argumentos para entender tais questões.

70 anos após a partilha da Palestina, um povo tem sido exterminado com a conivência/participação de todos os governos “democráticos” e da elite ocidental. Como o documentário mostra, não há mais espaços para uma mediação do conflito ou uma pressão para que os sionistas respeitem os acordos históricos da ONU. Israel só pode ser derrubado/destruído através do poderio militar. Por fim, qualquer pessoa que apoie a causa Palestina tem de apoiar a RESISTÊNCIA ARMADA palestina, hoje capitaneada pelo Hamas.

O problema da questão Palestina não é religioso ou étnico: é político.

editado
israellak
Ana Israella
10 anos atrás

Em pensar que as elucidações têm origem no próprio povo judeu (Berek Joselewicz, Shlomo Sand, Ilan Pappé) não dos próprios árabes, suprimidos pela grande mídia, e muito menos por esta tomada por um racismo disfarçado de condescendência pós-holocausto. Há muito mais coisas envolvendo esse conflito como o surgimento do inexplicável "acordo compensatório" iniciado com Balfour, declaração assinada antes mesmo da existência da Alemanha nazista: Balfour - 1917, Segunda G.M - 1939 à 1945. No fim das contas, nada tem a ver com o ocorrido, só precisavam de uma desculpa pra não causar reações irreprimíveis.

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