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Data de lançamento
7 Set. 2019Duração
Sarah é uma astronauta francesa que está em treinamento na Agência Espacial Europeia, em Colônia. Ela é a única mulher no árduo programa. Ela mora sozinha com Stella, sua filha de oito anos. Sarah se sente culpada por não poder passar mais tempo com sua filha. Seu amor é avassalador, inquietante. Quando Sarah é escolhida para se juntar à tripulação de uma missão espacial de um ano chamada Proxima, isso abala o relacionamento mãe e filha.
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Gostei. Visão diferente sobre a vida dos astronautas. O enfoque o filme é o dilema de deixar todos que amam na Terra para explorar o espaço. Boas reflexões e ótimos momentos. 05.10.021
Muito bonito! Um estudo muito interessante sobre a vida de uma mãe trabalhadora. Tudo bem, aqui o trabalho é bastante incomum, mas acreditem, a cobrança, os dilemas, as vivências são semelhantes. E jamais que os pais passam por algo similar.
E a homenagem dos créditos é belíssima!
Muito legal a abordagem do filme, da mãe astronauta que se prepara para deixar a filha e seus laços umbilicais para uma jornada longa e incerta, focando em todo o lado emocional dos sacrifícios envolvidos, machismo e o desprendimento de tudo para a realização de um sonho profissional. E a Eva Green, como sempre, maravilhosa.
7.5 - Antes de mais, uma película "diferente", é a sensação com que ficamos ao visualizar este filme, realizado por Alice Winocour. O tema é sobre a ida ao espaço de uma astronauta, que se separa da sua filha de 8 anos de idade, para prosseguir o seu "sonho de vida": ser astronauta e viajar no Espaço sideral. Podia-se esperar um filme de acção, suspense ou mesmo terror, mas em vez disso, assistimos a toda a problemática que envolve a vida, o esforço pessoal, e os laços que se expõem a um duro teste, perante uma situação que se pode considerar "de limite", pois tal viagem (a espacial), acarreta riscos (de separação, de isolamento, e em último e pior caso, de vida). Um filme interessante, talvez com um ritmo algo lento e contemplativo, mas com bastante força psicológica, chegando ao ponto de ser até emocionante, ao que não é alheio o excepcional e convincente desempenho de Eva Green. A acompanhar, e para destacar também, a música de Ryuichi Sakamoto.
Não curti, sou da turma que esperava algo mais impactante, não rolou.