Alice traz dessa vez uma história mais cômica e leve com muita expressividade dos atores. Legal a cena final em que ela tem o bebê na horta de repolho, lembrando seu primeiro filme de 1896 (possivelmente a 1° ficção da história do cinema), La fée aux choux
Recentemente, surpreendi com o comentário de um mensageiro do ódio, que bradava que a Alice Guy-Blaché só entrou a força nos livros de História do Cinema por ser mulher, tachando-a absurdamente de "zero à esquerda", pasmem!
Em primeiro lugar, ela ainda segue pouco divulgada e conhecida, muito aquém do que merece por seu pioneirismo.
Em segundo, ter conseguido firmar-se como cineasta, numa época em que as mulheres eram ainda mais oprimidas do que hoje, é mais do que motivo suficiente para louvor!
e, em terceiro, este curta-metragem cômico é absolutamente genial e audacioso. Quantos filmes clássicos mostram uma mulher explicitamente grávida com esta desenvoltura? Quantas vezes vimos uma mulher da grande sociedade roubar o arenque de um mendigo? Papoquei-me de rir! Uau!
Ao término, uma menção inteligente à metáfora parturiente do repolho, já adotada anteriormente pela cineasta, numa produção inicial. Lindo filme! (WPC>)
Alice traz dessa vez uma história mais cômica e leve com muita expressividade dos atores. Legal a cena final em que ela tem o bebê na horta de repolho, lembrando seu primeiro filme de 1896 (possivelmente a 1° ficção da história do cinema), La fée aux choux
Grávida bebendo absinto, fumando e o bebê nascer saudável é uma baita sorte !
Recentemente, surpreendi com o comentário de um mensageiro do ódio, que bradava que a Alice Guy-Blaché só entrou a força nos livros de História do Cinema por ser mulher, tachando-a absurdamente de "zero à esquerda", pasmem!
Em primeiro lugar, ela ainda segue pouco divulgada e conhecida, muito aquém do que merece por seu pioneirismo.
Em segundo, ter conseguido firmar-se como cineasta, numa época em que as mulheres eram ainda mais oprimidas do que hoje, é mais do que motivo suficiente para louvor!
e, em terceiro, este curta-metragem cômico é absolutamente genial e audacioso. Quantos filmes clássicos mostram uma mulher explicitamente grávida com esta desenvoltura? Quantas vezes vimos uma mulher da grande sociedade roubar o arenque de um mendigo? Papoquei-me de rir! Uau!
Ao término, uma menção inteligente à metáfora parturiente do repolho, já adotada anteriormente pela cineasta, numa produção inicial. Lindo filme! (WPC>)