O FBI está à procura de um perigoso serial killer, que se autoproclama como "Mão de Deus". Até que surge Fenton Meeks (Matthew McConaughey), um misterioso homem que afirma conhecer a identidade do assassino e deseja falar com o agente que lidera as investigações. De início o agente não se mostra impressionado com a afirmação de Fenton, mas fica curioso com a história e pede maiores explicações sobre ela. Fenton conta que o assassino é seu irmão, passando a narrar através de uma série de flashbacks como eles cresceram sob o comando de um pai que acreditava que o irmão estava imbuído de uma missão divina, que consistia em destruir demônios que habitavam corpos humanos.
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Detestei o final e o lado sobrenatural do filme mas não é ruim. Do começo até o meio é legal.
Fanatismo pseudo cristão que justifica assassinatos, guerras, escravidão, bombardeios, etc...
Dirigido por Bill Paxton, que também tem uma boa participação no elenco, A Mão do Diabo é um filme de suspense do início dos anos 2000 e que provavelmente passou despercebido por diversos espectadores.
Além do diretor, o elenco também conta com Matthew McConaughey, que também mantém o nível bom. O roteiro é bem interessante, com um ótimo clima de suspense, que até consegue deixar o espectador apreensivo, mas que não consegue se sustentar tão bem assim durante os 100 minutos de duração. Um dos maiores pontos negativos é o plot twist final, que é totalmente previsível. Qualquer pessoa sem muita experiência dentro do cinema já sacaria o desfecho.
Enfim, A Mão do Diabo tinha um potencial, mas que não é tão bem executado e entrega um resultado mediano. Existem coisas bem melhores dentro do gênero.
** (Regular)
Assisti à primeira metade convencido de que estava diante de um estudo interessante sobre psicose, esquizofrenia, o enorme perigo da doença do fanatismo religioso e os traumas de uma criação tirânica. A atuação de Bill Paxton é excelente justamente por parecer um maluco, e Matthew McConaughey também está ótimo.
Porém, o plot twist final joga todo o peso crítico no lixo. Ao validar as alucinações do pai como realidade sobrenatural, o filme deixa de ser um suspense psicológico relevante para se tornar uma fábula perigosa que justifica atrocidades em nome de deuses, seres mágicos e demais baboseiras. O roteiro tenta chocar, mas acaba entregando uma validação barata do fanatismo.
Vale pelas atuações e a atmosfera do suspense que é realmente bom, mas a conclusão é uma porcaria.
Suspense mediano para assistir de forma despretensiosa.