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Data de lançamento
15 Julho 2003Duração
Apesar de terem se passado vários anos, Jim Halsey (C. Thomas Howell), um policial, ainda é atormentado por terríveis lembranças. Ao resgatar uma criança seqüestrada ele acaba usando, em razão das suas fobias, "força excessiva" e mata desnecessariamente o seqüestrador. Isto faz com que seja desligado da polícia. Após conversar por telefone com o capitão Esteridge (Stephen Hair), que o ajudou no passado, Jim resolve se encontrar com ele no Condado de Pecos, oeste do Texas, onde Jim passou por experiências traumatizantes. Esteridge acha que só enfrentando seus temores Jim irá superá-los. Acompanhado por Maggie (Kari Wuhrer), sua namorada, ele ruma para lá. Logo os dois descobrem que estão viajando na mesma desolada estrada onde tudo começou. Tudo vai se repetir, pois Maggie não sabe de todos os fatos e assim praticamente obriga Jim a dar uma carona para um psicopata assassino, que encara matar pessoas como um jogo que nunca deve acabar.
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Esperam 17 anos para fazer uma continuação, fazem essa porcaria ?
Continuação totalmente desnecessária sem pé e sem cabeça, sem nexo.
Caso utilizassem outro título, mudassem um pouco no roteiro, poderia ficar um pouco melhor, sem a relação com nome título.
Esse título saiu direto para Home Vídeo.
Partindo para o remake , sem muita expectativa.
Bom filme para você !!!!!!
deixar a propia existencia homo sapiens junto a dependencia da casualidade social bondosa, se em determinadas partes do mundo, dificilmente o pensamento de que o perigo encontra se outrora apenas aguardando uma oportunidade de materializar se, vulgo traduze se uma estatistica consideravel, muito pelo contrario diga se passagem, ja que civilidade sao um dos pontos forte de sua respectiva civilizaçao humana a contento, que contudo nao que em se tratando de estados unidos diferente do LIXO INGOVERNAVEL no ambito da violencia do dia a dia junto a republiqueta das bananas dos estados unidos do brasil, o perigo encontrara se sempre a expreita de aqui ou ali, nao, que contudo o minimo alto dever que por obstante o ja traumatizado pelo raio da violencia psicologica e material fisica gratuita ter caido sob si no passado C Thomas Howel e mais uma vez em seu presente de ha exatos 23 anos conforme tal apenas reles MEDIANA sequencia alem de DANEM SE opinioes divergentes, outrora seria na medida do possivel tentar entender de que assim como nas caronas eminentes junto as estradas rodoviarias, basta uma abertura ou facilitaçao para que o perigo idem tambem " pegue uma do seu lado ", cujo em outras palavras senhoras e senhores bem ? ambientes ermos e desprovidos na teoria de cobertura ou aparelhamento policial ? seja em paises desenvolvidos ou PIORES, melhor nao " darem esta carona, ops digo esta " bandeira " nao e mesmo ? resumindo a quem interessar ou nao possa, SEQUENCIA tardia de uma franquia cinefilo o qual poderia ter tido melhor potencial de o ser prolongada, e com razao NAO O FOI, ja que tal tentativa PUTZ, muito o concedeu no porque do sub MAL aproveitamento inferior ao classico original de 1986 cujo por obstante nem esta foi grande coisa diga se de passagem, e fim de papo. " Caronisticamente " TRES ESTRELAS.
07.12.2004
- Precedido por A Morte Pede Carona (1986).
- Esta sequência era planejada há cerca de 15 anos, tendo várias versões de roteiro até se chegar à versão final.
- Melinda Clarke esteve cotada para interpretar a personagem Maggie.
- Os créditos iniciais duram 13 minutos.
- Lançado diretamente em vídeo nos Estados Unidos e no Brasil.
Bem inferior ao primeiro e até mesmo ao remake.
C. Thomas Howell retorna, só que meio apagado, e a protagonista feminina é um pouco burrinha.
Jake Busey até tem cara de maluco, mas não tem metade da presença do Rutger Hauer.
Não é tão ruim no geral, mas como sequência de um clássico fica abaixo.
07-01-2024 - Revisão