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Uma estética alegórical mesclando psicodelia e simbolismo regional nordestino. Um filme raro da cultura alternativa do Brasil dos anos 70, com o áudio-visuoal altamente "avant-garde", filmado integralmente no maior cenário a céu aberto do mundo no interior de Pernambuco onde se realiza anualmente o espetáculo: "Paixão de Cristo". Sinopse: No miserável nordeste brasileiro, um barão arrogante quer expulsar uma pobre família de sua propriedade. Trilha sonora feita por Alceu Valença e Geraldo Azevedo. Clássico raro absoluto, para amantes da cultura brasileira.
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Visualmente surpreendente e criativo, mas não me agrada tanto essa linha de excesso de folclorização do nordeste. E um tanto pedante talvez
Que exemplar atípico de cinema nacional ainda que possui muito de Glauber rocha em sua essência e talvez proximidade à Dragão da Maldade, toda esta questão psicodélicamusical introduzida ao sertão nordestino (de fato conotando à El Topo do Jodo) me parece inédita, corajosa e sagaz. Talvez nem todas as simbologias se completem, ou sejam tão complexas mas é um trabalho de se tirar o chapéu.
Jodorowskikada dropada a full.
Se tem um gênero que me dá náusea é filme musical, mas isso aqui meu povo, isso aqui é puro suco do meu rolê..iêiêiê boi...salve a força dos boiadeiros, salve meu sertão, salve a força do meu nordeste!
As músicas são muito boas.
- Alceu tá maravilhoso nesse filme, que homem
- um teatro a céu aberto filmado, com pitadas de jodorowsky e cinema novo, surrealismo espetacular e muita cultura brasileira
- viva o povo! abaixo a burguesia arrogante!
- amei o dragão