As últimas 12 horas da vida de Jesus Cristo num retrato rigoroso e a que não escapa nenhum requinte de crueldade e sofrimento. Da Última Ceia à crucificação, um relato realista do sofrimento de Jesus e de Sua Mãe.
Esse filme sempre foi citado por muitos colegas evangélicos, e isso ajuda a entender um pouco da lógica desentendida de toda requisição cristã. Acho um filme forte e que consegue ter uma ótica original. Mesmo assim, deixa a desejar por não promover uma reflexão saudável sobre o martírio.
Indo na contramão: me atrai muito a violência do filme. Mas a cena que mais me emocionei foi a da mãe dele correndo pra ajudá-lo a levantar e se lembrando de quando ele era criança.
o serviço prestado por esse filme é enorme, o sacrifício de Jesus não gera mais impacto contato pela bíblia ou pelas pregações dos reverendos cristãos, e é exatamente aí que o filme é se faz atual sempre, ao se interessar "basicamente" pela crucificação de Jesus a obra tem tempo de se apegar a detalhes bíblicos que mesmo os cristãos mais atentos não se interessam no texto, além disso e principalmente por conta da violência ininterrupta e totalmente descabida em toda a jornada de Jesus até a morte a dor é peça fundamental para trazer sentido para uma páscoa já deformada pela vida moderna
IMPRIMATUR - visto no cinema em 2004:
Esse filme sempre foi citado por muitos colegas evangélicos, e isso ajuda a entender um pouco da lógica desentendida de toda requisição cristã. Acho um filme forte e que consegue ter uma ótica original. Mesmo assim, deixa a desejar por não promover uma reflexão saudável sobre o martírio.
Avaliação em nota: 6.5
Indo na contramão: me atrai muito a violência do filme.
Mas a cena que mais me emocionei foi a da mãe dele correndo pra ajudá-lo a levantar e se lembrando de quando ele era criança.
Enfático e direto, The Chosen bate muito mais Espiritualmente do que qualquer violência demonstrada nesse filme...
o serviço prestado por esse filme é enorme, o sacrifício de Jesus não gera mais impacto contato pela bíblia ou pelas pregações dos reverendos cristãos, e é exatamente aí que o filme é se faz atual sempre, ao se interessar "basicamente" pela crucificação de Jesus a obra tem tempo de se apegar a detalhes bíblicos que mesmo os cristãos mais atentos não se interessam no texto, além disso e principalmente por conta da violência ininterrupta e totalmente descabida em toda a jornada de Jesus até a morte a dor é peça fundamental para trazer sentido para uma páscoa já deformada pela vida moderna
Reassisti na véspera da Páscoa e ele segue firme no meu TOP 10.
04.04.2026