Últimas opiniões enviadas
IMPRIMATUR:
O título é tão comum e chinfrim que quase demarca o filme como um genérico de baixa qualidade. Pelo contrário, é mais uma produção pomposa do atual midas do horror James Wan. Este escolheu até um bom condutor (Lee Cronin), mas que também peca por esquecer a função básica desses filmes ao negligenciar sustos por um delongamento paralelo e insistente de investigação. Erro típico de diretor apaixonado pelo próprio roteiro quando, então, não abdica de nada. Se fosse dedicado só na possessão da menina seria mais divertido, pois quando se entrega ao grotesco no âmbito familiar (apesar da péssima escolha do pai inexpressivo) consegue ser maravilhoso... só não dá para perder tempo tentando justificar aquilo que não encontrará explicação plausível. Seu resultado é ter uma história com roteiro falho e demasiado, mas que quase foi salvo pela construção de algumas cenas acima da média.
Avaliação em nota: 5.9
IMPRIMATUR:
O trailer desse filme gerou certa curiosidade e a problematização é interessante, mas acho que a forma dada para a revelação é bem questionável. De fato é um tema pesado sendo examinado de um jeito quase leviano, e, por conta disso, não dei credibilidade mesmo que o limite analítico seja reservado numa pontualidade. A questão deveria ser tratada por elevação gradual e restrita na psicologia do noivo e não instantaneamente aberta para terceiros. Isso em razão do próprio filme retificar, na protagonista, um perfil oposto ao dos que cometem tais atrocidades. Nesse caso, toda a repulsa da personagem Rachel (Alana Haim) é exagerada. Gostei da edição escolhida por experimentar possibilidades, mas parece que o roteirista se perde apelando para elementos sem conjunção com a trama, talvez por uma possível ciência da limitação na dramaticidade. E mesmo que o título seja em tom de sarcasmo por forçar a valorização de um resquício contingencial, não dá para a finalizar um debate tão sério nessa escolha abobalhada. De todo jeito, acaba propondo a desmoralização de juízos personalizados... portanto, como mero recorte de estudo social psicológico, vale uma espiada.
Avaliação em nota: 6.4
Últimos recados
ah tá, kkkk
feito! obrigado
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Magina, disponha.
IMPRIMATUR:
O que um ingresso a R$ 5,00 pela bandeira Elo não faz... digamos que, nesse preço, essas comédias nacionais valem a ida aos cinemas. Só não gosto dessa atual tendência adaptativa em cima de filmes já existentes - pois além de demarcar a falta de criatividade, configura traços de oportunismo sobre algo pré entendido como certeiro. Sendo esse o caso, melhor que chegue direto no streaming. Como regra, tais filmes são bobos e não trazem nada de novo, mas são bem fáceis de consumir. Tem como elenco uma turma que gosto, só que o roteiro não saber explorar o que cada um teria de melhor. Como pouca coisa no roteiro funciona, ainda comete o crime de minimizar a participação da Dani Calabresa, alterando o ajuste de contas (DR) do protagonista com a pessoa que não seria sua esposa?! isso para mim, ficou bem estranho. De resto, sobra, em exaustão, a figura do Rafael Infante como se fosse um Jim Carrey no seu tempo áureo. 🤣🤣🤣
Avaliação em nota: 5.0