Cristian O. Santos
Aracaju - (🇧🇷 BRA)
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Baseado em 0 avaliações em comum


Últimas opiniões enviadas

Cristian O. Santos
½
6 horas atrás

IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026:

Essa concepção atípica para um filme que se leva a sério me lembrou, inclusive, o pavoroso D-Tox com o Stallone — mas longe de ousar imaginá-lo como O Enigma de Outro Mundo, ainda que recorra ao isolamento e clima de paranoia entre os personagens. Justamente porque tais detalhes são usados para traçar um paralelo entre a vulnerabilidade estrutural e a solidariedade grupal por gênero. Só não sei se precisava exagerar tanto na inospitalidade do cenário para ilustrar uma violência que, na verdade, se faz presente e sistemática nos espaços mais comuns e familiares. A parte técnica tem seus méritos e Andréa Beltrão se esforça muito, mas nenhum personagem foi bem estabelecido. Além disso, falta ao roteiro o distanciamento necessário, resultando em uma abordagem que de fato é real, porém exagerada na tendenciosidade.

Avaliação em nota: 4.0

Cristian O. Santos
6 horas atrás

IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026:

Aprecio a figura de Gonzaguinha, até por traçar o um mesmo paralelo físico e "musical" entre ele e o Raul Seixas... pena que suas melodias não me cativem por completo. O filme, contudo, resultou em uma experiência relativamente monótona. A obra opta por uma abordagem direta, construindo sua contextualização histórica e narrativa por meio de suas canções — um recurso que seria excelente, se não fosse a conclusão apressada de um desenvolvimento que compromete sua relevância. De todo modo, trata-se de um artista que carece de maior reconhecimento; em uma comparação direta, ele se revela mais poeta do que Cazuza (exemplo), embora não desfrute do mesmo prestígio popular.

Avaliação em nota: 7.4

Cristian O. Santos
½
1 dia atrás

IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026:

Embora o filme carregue certa letargia nas interações, ele constrói uma premissa metalinguística fascinante. Ainda que os personagens pareçam sem uma função clara na narrativa, essa aparente falta de rumo dialoga perfeitamente com o tom proposital de improviso da obra. As cenas são ótimas, mas criam uma quebra constante da ilusão cinematográfica, que pode ser desafiador ou incômodo para quem esperar uma estrutura consensual entre a ideia e execução. Mesmo assim, nessa sensação de desordem, a obra extrai um humor muito eficiente. O equilíbrio é sustentado pela protagonista com tanta naturalidade (dentro e fora da tela) que o filme se torna uma lição prática de representatividade inclusiva, podendo muito bem servir de modelo para futuros cineastas. Resta a dúvida, ao observar o ar de indiferença/desdém constante de "Madalena", se há afeto ou repulsa pelos empecilhos que uma produção desse porte pode causar. Certamente, isso faz parte do pacote que o diretor defende, e o filme cumpre o papel de transmitir sua mensagem de superação de estorvo (profissional e vida) perfeitamente em alusão ao famoso poema de perseverança que o título deriva. Contudo, o quesito criatividade e entrega deixam a desejar tornando dúbia a resposta da obra ao conceito de arte que se insiste pelo próprio amor à arte. 🤔🤔

Avaliação em nota: 7.9

  • Filmow 4 dias atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Revista SET 2 meses atrás

    Sem Duvida, Ela Faz Falta!

  • Landerson 3 meses atrás

    Oi Cristian...
    Acabei de ver e já ajustaram! 🤗