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IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026
Estar treinado com o estilo cômico do cinema norte-americano prejudica o tipo de humor elegante que é proposto aqui. Mesmo assim, seria necessário um timing perfeito do diretor para que esse feitio estilístico possa funcionar - principalmente se a história for muito simplista. A proposta é rir pelo estado de espírito, carisma e alinhamento do elenco acima de situações, pois quando estas se colocam, são bem ruins e desnecessárias. Achei simpática e ao mesmo tempo fraca essa homenagem aos percalços de bastidores, reafirmando que o espetáculo não pode parar... a citação a Molière é compreensível, mas inevitavelmente desconexa.
Avaliação em nota: 6.7
IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026 -
Não tem uma linguagem francesa, pois parece ter outra nacionalidade. Senti que a edição do filme não favorece a pungência da história e o hiato de transição também lhe prejudica bastante. Como o roteiro é sem dedicação na construção do próprio enredo, todos os personagem se conectam de forma estranha. A escolha do Rayan maduro é equivocada e toda estrutura que se impõe aos irmãos, não ganham respaldo na postura inconsequente de ambos. A sensaçãoque que tive, é que este filme não teria, inicialmente, apenas os 90 minutos de duração.
Avaliação em nota: 5.5
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Sem Duvida, Ela Faz Falta!
Oi Cristian...
Acabei de ver e já ajustaram! 🤗
IMPRIMATUR - visto no cinema em 2026:
Não gosto muito da Jenna Ortega, mas talvez esse seja seu melhor desempenho, ainda que em algo desperdiçado. Dizem que o livro seria algo brilhante, mas essa adaptação me faz querer questionar até isso. No filme, a obsessão da Klara com o sol possui uma urgência inútil de tão desprovida de sentido demonstrativo. Óbviamente não me refiro a lógica mágica onde a faz entender o astro como uma divindade que, de fato, lhe alimenta. Na verdade, minha queixa seria pela ruptura da realidade cínica que só existe na mente dela, sem que isso alcançe o espectador. Por sua vez, a fotografia é um arraso, por isso lamento que o humor e a poesia filosófica não funcionem. O diretor ensaia uma chatisse a partir da cena canhestra da reunião com os jovens geneticamente modificados, que seu tom arriscado enquadra toda metade final como uma obra insuportável de tão anticlimática e subdesenvolvida. Tudo bem que o filme (o livro) questiona a utilidade da perfeição e a pureza do robô (klara) que ao experimentar sensações, ajudam, por contraste, na confirmação da artificialidade dos humanos reais, mas aposto que o diretor não soube dar amplificação tangível em sua linguagem fílmica nesse sentido. Assim a obra se alterna entre o contemplativo e a requisição vazia sobre o amor, perda, fé e sacrifício... Entre as cenas, uma surpresa: fazia tempo que não via o Steve Buscemi num papel sério - pena que seja pouco e com uma cena sem nenhum impacto.
Avaliação em nota: 5.4