Nossa como o Brasil era diferente a 60 anos atrás, kkkk. E Pensar que esse tipo de soldado ajudou a criar uma ditadura um ano depois...Falando sobre o filme em si, tem o se u valor, ainda que não acontece grandes reviravoltas e histórias empolgantes; é quase um documento histórico retratando como era (é) o interior de muitos lugarejos do Brasil. Nota 7,5.
É magistral o que o Cinema Novo trouxe ao cinema brasileiro com o retrato das mazelas sociais e a estética da fome. Os Fuzis é um exemplo dessa linguagem, com uma excelência técnica de encher os olhos. Um filme poderoso, em que revolução, messianismo, apatia e desigualdade social fazem parte da realidade dura de nordestinos pobres e soldados encarregados de defender os interesses dos que têm mais do que a maioria da população. O aprofundamento emocional nos donos dos fuzis dá um brilho a mais na obra, e toda o terceiro ato é primoroso, especialmente a cena final e o embate com as armas. Os fuzis servem a quem os possui.
Eu esperava mais dessa obra do cinema brasileiro. Ela faz uma forte crítica social da fome e da miséria e uma história que poderia ter rendido muito mais. Na maior parte do tempo quase nada acontece nela e alguma sequências parecem intermináveis. O som é péssimo e misturado com a cantoria em algumas cenas muito do que os personagens falam não é entendido. De bom o filme traz alguns momentos inspirados de Ruy Guerra na direção e um elenco competente do qual para mim se destacaram Nelson Xavier e Maria Gladys, ambos em início de carreira.
Um dos maiores representantes do ótimo - e subestimado - Cinema Nacional, o clássico ‘Os Fuzis’, de Ruy Guerra, carrega consigo marcas de um tempo que almeja permanecer atual; é uma obra atemporal. Realidades contrastantes em conflito cíclico, é somente uma pequena observação que faço a respeito do filme. Pretendo assistir outras vezes!
Nossa como o Brasil era diferente a 60 anos atrás, kkkk. E Pensar que esse tipo de soldado ajudou a criar uma ditadura um ano depois...Falando sobre o filme em si, tem o se u valor, ainda que não acontece grandes reviravoltas e histórias empolgantes; é quase um documento histórico retratando como era (é) o interior de muitos lugarejos do Brasil. Nota 7,5.
18/02/2025
Gostei
É magistral o que o Cinema Novo trouxe ao cinema brasileiro com o retrato das mazelas sociais e a estética da fome. Os Fuzis é um exemplo dessa linguagem, com uma excelência técnica de encher os olhos. Um filme poderoso, em que revolução, messianismo, apatia e desigualdade social fazem parte da realidade dura de nordestinos pobres e soldados encarregados de defender os interesses dos que têm mais do que a maioria da população. O aprofundamento emocional nos donos dos fuzis dá um brilho a mais na obra, e toda o terceiro ato é primoroso, especialmente a cena final e o embate com as armas. Os fuzis servem a quem os possui.
Eu esperava mais dessa obra do cinema brasileiro. Ela faz uma forte crítica social da fome e da miséria e uma história que poderia ter rendido muito mais. Na maior parte do tempo quase nada acontece nela e alguma sequências parecem intermináveis. O som é péssimo e misturado com a cantoria em algumas cenas muito do que os personagens falam não é entendido. De bom o filme traz alguns momentos inspirados de Ruy Guerra na direção e um elenco competente do qual para mim se destacaram Nelson Xavier e Maria Gladys, ambos em início de carreira.
Um dos maiores representantes do ótimo - e subestimado - Cinema Nacional, o clássico ‘Os Fuzis’, de Ruy Guerra, carrega consigo marcas de um tempo que almeja permanecer atual; é uma obra atemporal. Realidades contrastantes em conflito cíclico, é somente uma pequena observação que faço a respeito do filme. Pretendo assistir outras vezes!
Nota: 8.5