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Nascimento: 13 de Junho de 1939 (79 years)

Salvador

Antônio Luiz Sampaio, conhecido como Antônio Pitanga, nasceu em Salvador, Bahia, em 13 de Junho de 1939 e estudou arte dramática na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia.

Em seu primeiro filme, "Bahia de Todos os Santos" (1960), de Trigueirinho Neto, o ator ainda se chamava Antônio Sampaio. Só que seu papel no filme, o de um tal “Pitanga”, foi tão forte, tão expressivo, que o “apelido” acabou pegando e virou sobrenome. Por conta disso, em 1997, ele mudou seus documentos no cartório e passou a usar o “Pitanga” oficialmente. Até sua filha, a atriz Camila Pitanga, adotou o novo sobrenome, que até hoje muita gente não sabe que veio de um personagem.

A interpretação de Antonio Pitanga ganhou destaque em alguns filmes importantes da cinematografia nacional, como em "A Grande Cidade" (1966), no qual o ator, apesar de ser baiano, interpreta Calunga, um malandro carioca.

Durante o Cinema Novo, o ator trabalhou muito em filmes de diretores ligados ao movimento como Carlos Diegues e Glauber Rocha, atuando em clássicos como "A Grande Feira" (1961), "Barravento" (1962), "Ganga Zumba" (1964), "Câncer" (filmado em 1968), dentre outros.

A convivência com os diretores que faziam o Cinema Novo despertou a vontade de dirigir filmes. Em 1978, Antonio Pitanga fez "Na Boca do Mundo". O filme, escrito pelo colega Cacá Diegues e por Leopoldo Serran, tem no elenco talentos como Milton Gonçalves, Maurício Gonçalves, Norma Bengell e até do próprio diretor.

Mais recentemente, atuou ainda nos longa-metragens "Apolônio Brasil - O campeão da alegria" (2003), de Hugo Carvana e "Garotas do ABC" (2004), de Carlos Reichenbach. Em 2006, fez "Zuzu Angel", de Sérgio Rezende, cine-biografia da estilista que teve o filho, Stuart Angel, morto pelo regime militar e, em 2007, fez "O homem que desafiou o diabo" (2007), de Moacyr Góes.

Além de atuante pela causa negra nas telas de cinema, Pitanga também é membro do conselho do Centro Brasileiro de Informação e Documentação do Artista Negro (CIDAN), ONG idelizada pela atriz Zezé Mota que tem o objetivo de promover a inserção do artista negro no mercado.

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