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Arroio Grande, Rio Grande do Sul. É nesta pequena localidade que vivia Irineu Evangelista de Souza (Paulo Betti) e tudo indicava que passaria sua vida ali, mas o destino interveio e de forma funesta, pois ainda garoto Irineu se tornou órfão, quando seu pai foi morto por ladrões de gado. Dois anos depois, sua mãe decidiu se casar novamente, mas como o padrasto não aceitava um enteado Irineu foi morar no Rio de Janeiro, com seu tio. No Rio vai trabalhar no armazém de um português, onde descobre ter jeito para os negócios, pois tinha uma visão ampla do que iria acontecer no comércio. Irineu defendia o fim da escravidão por razões econômicas e era um homem de palavra, o que faz seu talento ser reconhecido por Richard Carruthers (Michael Byrne), um escocês que vivia no Brasil, que o emprega em sua firma de exportação e lhe dá as primeiras noções das teorias econômicas.
Irineu queria modernizar o país, mas sofreria mais obstáculos do que seria capaz de imaginar, pois seria prejudicado por estrangeiros mas principalmente pelos brasileiros que pertenciam a uma oligarquia, que apenas queriam usufruir os bens sem nada produzir.
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A verdadeira história do primeiro grande empresário br que financiou a economia cafeeira é mais interessante do que foi adaptado, tirando alguns bons momentos do Paulo Betti falando um inglês bizarro.
MPRIMATUR - visto no cinema em 1999:
Tem muita valia pelo seu aspecto didático e o Paulo Betti segura muito bem o filme... Pena que o diretor Sergio Rezende seja um diretor pragmático e sempre dirigiu seus filme em clima de novela da Globo.
Avaliação em nota: 6.0
Essa é uma cinebiografia que mesmo não sendo cinematograficamente algo magistral cumpre bem a sua função de retratar a vida do Barão de Mauá e a sua importância na história do Brasil. Como sempre ocorre em obras do gênero algumas coisas acabam sendo retratadas de forma superficial como os filhos do Barão que mal aparecem (foram dezoito filhos que ele teve com a esposa). No elenco temos atuações dignas de Paulo Betti, Malu Mader, Othon Bastos entre outros. Posso estar enganado, mas acho que Rodrigo Penna, que interpreta Dom Pedro II, foi dublado em cena.
Mauá foi tão foda, que eu passei a apreciar o trabalho de Paulo Betti.
Razoável pensando nas limitações orçamentárias que os filmes brasileiros possuem. Conseguiram atores ingleses, barcos antigos, e outras coisas.
Colocaram a parte da maçonaria, a parte de ele ter ganho dinheiro com agiotagem, etc.
Não ficaram romantizando demais o personagem então foi imparcial até o filme.