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Othon Bastos

Nomes Alternativos: Othon José de Almeida Bastos

160Número de Fãs

Nascimento: 23 de Maio de 1933 (84 years)

Tucano, Bahia, Brasil

Othon fixou residência no Rio de Janeiro ainda jovem, após a morte de seus pais, para estudar em colégio interno. Ingressou no grupo teatral mantido por Paschoal Carlos Magno, atuando primeiramente como assistente de cenografia, de iluminação e de sonoplastia e, a partir de 1951, como ator.

Em 1956/1957 estudou teatro em Londres. De volta ao Brasil foi trabalhar na TV Tupi. Em 1962 participou de três filmes, o premiado O pagador de promessas, de Anselmo Duarte, Tocaia no asfalto, de Roberto Pires, e Sol sobre a lama, de Alex Viany.

Foi dirigido por Glauber Rocha em Deus e o diabo na terra do sol e O dragão da maldade contra o santo guerreiro. Em 1970 foi o vencedor do prêmio de melhor ator no Festival de Brasília por sua atuação em Os deuses e os mortos, de Ruy Guerra, e em 1973 levou o prêmio de melhor ator no Festival de Gramado por seu papel em São Bernardo, de Leon Hirszman.

No teatro, fez, entre outras peças, As três irmãs, de Tchekhov, Um bonde chamado desejo, de Tennessee Williams e o Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna. Encenou Castro Alves pede passagem, de Gianfrancesco Guarnieri, Murro em Ponta de Faca, de Augusto Boal, Calabar – O Elogio da Traição, de Chico Buarque e Ruy Guerra. Chegou a ter sua própria companhia de teatro, em sociedade com sua mulher, a atriz Martha Overbeck.

Além de seu trabalho como ator, Othon também empresta seu talento a muitos documentários e programas de televisão em que atua como locutor.

Premiações

Prêmio na categoria de melhor ator coadjuvante, no Grande Prêmio Cinema Brasil, por Bicho de sete cabeças (1999).

Kikito de Ouro na categoria de melhor ator, no Festival de Gramado, por São Bernardo (1971).

Troféu Candango na categoria de melhor ator, no Festival de Brasília, por Os deuses e os mortos (1970).

Indicação ao Grande Prêmio Cinema Brasil, na categoria de melhor ator, por Mauá - O imperador e o rei (1999).