"Sangue do Meu Sangue" é a mais perfeita novela de época jamais feita que mescla dados históricos com ficções. A história se passa no Brasil, durante o segundo império, fragmentada em duas partes: a primeira em 1872 e a segunda, dez anos depois, em 1888, ano em que foi declarada a liberdade dos escravos.
No desenvolver da novela conta a história de Julia (Lucília Santos), uma mulher sofrida, sozinha, que luta em silencio contra seu esposo, Clóvis (Osmar Prado), um homem violento capaz de tudo por sua enorme ambição. Vivendo em um pesadelo dentro de casa, Júlia decide lutar pela causa abolicionista. Clovis é gerente de um banco Transcontinental, o dono do banco é seu sogro, um homem encantador que com seu poder de sedução consegue tudo o que propõe.
Um desfalque no banco, o culpado era Clóvis, o motivo: pagamento de dividas de jogos; a partir deste acontecimento, Clóvis se afunda mais e mais em seus crimes no desenvolver do drama. Com personagens e acontecimentos variados, "Sangue do Meu Sangue" é sem dúvida um marco na dramaturgia internacional.
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e de fato o brasil em seu periodo imperial, vulgo retratado de forma impecavel, tanto em relação a diferenças comportamentais, costumes, questões politicas, mas principalmente com boas mostras do quanto ainda teriamos de certa forma evoluir a ponto de chegarmos ao nosso hoje tambem imperfeita republica, que contudo um pouco melhor em tese, do que um mundo onde tudo girava se em torno de titulos de nobreza, escravocratas, alem de logico futricas palacianas, os quais muito decidiriam para o bem, ou mesmo arruinariam integralmente a existencia de muitos a contento, um acerto teledramaturgico raro provindo ao sistema brasileiro de televisão ha exatos 25 anos prezados, que contudo inquestionavel o porque de ate hoje, nao haver como porventura nao reconhece lo, quer terceiros assim concordem o que não ligo a minima, quer não, MENOS AINDA. excelente novela. " IMPERIALISTICAMENTE" nota 10.00
ate chegarmos a nossa atual defeituosa condição de outrora republica presidencialista, um caminho tortuoso em forma de simples colonia mantenedora dos interesses portugueses tivemos que trilhar,o que claro, sem duvida deixou alguns laços positivos, no entanto em seu maior predominio, produziu o que hoje conhecemos como nação corrupta, desigual, bem como propensa a jamais um dia alterar tal condição,resumindo de escravo imperial, a belo alem de atrasado lixo urbano,é, de fato da epoca do ambicioso clovis camargo e cia ltda,creio que porventura não se alterou muita coisa,em se tratando de folhetins de epoca, o que não faltam são lixos, mas assim como tudo no mundo há excessões,se alguem conseguiu tornar se parte dela, sem duvida este alguem trata se do HOMEM DO BAU. excelente trabalho,o que para meu propio desagrado,ao contrario de tamanhas porcarias que recebem tal beneficio DE SEREM REPRISADAS,infelismente ate o momento,esta bela obra, estranhamente ainda não foi CONTEMPLADA.nota 10.00
Uma das minhas novelas preferidas!!!!! E nunca reprisa!!!!!!!!!!
Uma das únicas novelas do SBT que acompanhei quando mais jovem, com uma trama espetacular. Era perfeita, com seu misto de ficção e História nos fins do século XIX.
Osmar Prado dá um show de atuação como o vilão, incrível!
Eu vibrava com as causas abolicionistas, e as ações furtivas dos estudantes de tochas na mão tentando libertar os escravos na escuridão da mata...
1995, que ano!