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Duração
Sul da Bahia, década de 30. Um homem sem nome e sem passado, sete vezes baleado, intromete-se na luta entre dois clãs de grandes coronéis pela posse da terra e do cacau. É uma luta de interesses econômicos, de produtores e exportadores. Nesse clima tropical dos cacauais e bananais, cresce uma corrida-do-ouro que atrai aventureiros, jagunços, sertanejos fugitivos do sertão, prostitutas, jogadores, circos e ilusões. Os mortos se mostram e se escondem. É uma cultura sanguinária, cruel, fascinante, de ouro, de homens, de deuses e de mortos.
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Amo Othon Bastos e adoro os filmes do Ruy Guerra, mas esse é chato demais, teatral demais, confuso demais...
Filme 009/2026
É um filme bem autoral, apesar do tema ser muito recorrente nos filmes do cinema novo. Gosto de Ruy Guerra, mas achei esse aqui um pouco arrastado e pretensioso em alguns momentos.
- feliz demais que finalmente consigo apreciar o cinema novo
- um filme bem intenso, complexo e cheio de alegorias, que com certeza vou ter que ver mais de uma vez pra absorver tudo
- atuações maravilhosas! dina e othon, pqp!
"As tatuagens de sangue que me deram as vontades dos poderosos, são símbolos da minha bandeira." (O homem)
"Eu vou parir os venenos e as lepras. As falas que roem a ferrugem, o osso e a madeira. Eu vou parir facões, chumbo quente e pó de pólvora! Eu vou parir uma muçurana comprida como eu e botar pra fora sangue, e mais sangue, e sempre sangue. E sangue sem acabar de ser sangue. Até tudo ser sangue e o sangue ser tudo! Até o dormir do sol. Até o dormir da lua. Até o dormir do verde. Até o dormir dos homens. Até o dormir do tempo." (Mulher doida)
Filme com o assassinato real de um porco. Diante da falta de valores éticos, qualquer valor artístico deixa de ter importância.