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Duração
O documentário investiga o percurso estético, político e existencial do ator Antônio Pitanga, que, dirigido por grandes cineastas como Glauber Rocha, Cacá Diegues e Walter Lima Jr., foi destaque em alguns dos momentos de maior inquietação artística do cinema brasileiro.
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Caralho, o Brasil é foda, por seus grandes brasileiros como o Pitanga e toda essa gente maravilhosa dos seus amigos artistas. O brasil desse filme é o anti Bolsonaro ao extremo, é Brasil da luta contra o racismo, da liberdade e da criação artística, da construção da pŕopria cultura e de uma identidade tolerante e baseada no amor, na paz, na sensualidade, na alegria, no erotismo.
Em outros casos eu acusaria o filme de ser bastante chapa-branca, mas o Antônio Pitanga é uma pessoa tão solar, tão querida por uma diversidade de pessoas e com um papel tão crucial no cinema e nas artes em geral, que talvez ele seja só um cara que colecionou ao longo da vida muito mais admiradores do que detratores. É algo estampado em todas as conversas. E isso não é tão fácil de se angariar num mundo como o nosso. Acho que o certo é celebrar os grandes nomes ainda vivos mesmo.
Uma homenagem e reconhecimento de um ator que fez muito pela história do cinema. o filme é bem afetivo, com várias conversas entre filha e pai, momentos familiares e com o pitanga muito generoso relembrando experiências dele de ator.
Que filme gostoso.
“O Cinema Novo abraça o Teatro Oficina. O Teatro Oficina abraça o cinema novo”.
Uma obra-prima.
Como é bom revisitar a trajetória de um homem que viveu da arte, sobretudo do cinema e do teatro. Em tempo, a história da dramaturgia brasileira confunde-se a de Antônio Sampaio.
“O Aurélio já dizia: Pitanga, fruta de chupar.” O deleite é todo nosso.