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37Número de Fãs

Nascimento: 26 de Novembro de 1938 (80 years)

Niterói, Rio de Janeiro, Brasil

Diretor nascido em Niterói em 1938, começou escrevendo críticas para jornais diários. Em 1963, conheceu Glauber Rocha, que o convidou para fazer assistência de direção em Deus e o diabo na terra do sol. Seu primeiro longa-metragem foi Menino de engenho (1965), uma adaptação do romance de José Lins do Rego. Fez em seguida Brasil ano 2000 (1968), Urso de Prata do Festival de Berlim e Concha de Ouro no Festival de Cartagena; e Na boca da noite (1970). Entre 1973 e 1978, dirigiu documentários para a televisão, como Os índios Kanela (1974). Em 1977, concluiu o longa-metragem A lira do delírio, prêmio de melhor filme no Festival de Brasília. Fez em seguida dois trabalhos originalmente destinados à televisão que tiveram versões para cinema: Joana Angélica (1979) e Chico Rei, série de oito episódios para a televisão alemã com versão reduzida para o cinema finalizada em 1985. Em 1983 fez Inocência, prêmio de direção em Brasília e prêmio Coral no Festival de Havana; em seguida, Ele, o boto (1986). Nos anos 1990 dirigiu, sob encomenda de um produtor americano, O monge e a filha do carrasco (1995) e pouco depois fez A ostra e o vento (1997), baseado no livro de Moacir C. Lopes, selecionado para a competição do Festival de Veneza. Vem alternando, entre seus filmes de ficção, documentários de duração média, como Em cima da terra, embaixo do céu (1991) e Uma casa para Pelé (1992), realizado para o Channel Four. Para a televisão fez também minisséries, como Capitães da areia e Dossiê Chatô, além de um telefilme, Meu filho teu (2001). Em 2002 teve sua biografia e filmografia publicadas no livro de Carlos Alberto de Matos:Walter Lima Júnior, Viver Cinema. Em 2003, realizou o documentário em curta-metragem Thomas Farkas, e, em 2005, filmou o longa-metragem de ficção Os desafinados, que estreou em 2008. Tem ministrado cursos de direção de atores e assistência de direção para cinema no Rio de Janeiro.

Premiações

• Urso de Prata, no Festival de Berlim, por Brasil Ano 2000 (1969).

• Duas vezes o Prêmio Candango de Melhor Diretor, no Festival de Brasília, por A Lira do Delírio (1978) e "Inocência" (1983).

• Troféu Passista de Melhor Filme, no Festival do Recife, por A Ostra e o Vento (1997).

• Troféu Passista de Melhor Diretor, no Festival do Recife, por A Ostra e o Vento (1997).

• Troféu Passista do Prêmio do Público, no Festival do Recife, por A Ostra e o Vento (1997).

• Prêmio de Melhor Diretor, no Festival de Natal, por Ele, o Boto (1987).

• Prêmio de Melhor Filme, no Festival de Havana, por Inocência (1983).

• Prêmio de Melhor Filme do IV Centenário da Cidade do Rio de Janeiro, por Menino de Engenho (1965).

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