Carlos Coimbra já tinha dirigido antes um filme sobre Lampião e aqui faz algo abaixo da média. Filme muito caricato e deixa de criar grandes momentos entre o drama que envolve os personagens. As cenas de violência não tem o mesmo impacto que deveria e as atuações exageradas demais acabam piorando muita coisa. Mauricio do Valle acaba carregando o filme solitariamente. Leila Diniz meio acoada. Laura Cardoso em outra rápida aparição em um filme. Vale por conhecer um pouco mais sobre Corisco e todas as atrocidades realizadas.
"Corisco, o Diabo Loiro" é um clássico do cinema brasileiro de 1969, dirigido por Carlos Coimbra. O filme é uma cinebiografia de Cristino Gomes da Silva Cleto, o "Corisco", um dos mais famosos cangaceiros do bando de Lampião.
O saudoso Maurício do Valle rouba a cena como protagonista, acompanhado por um elenco de apoio competente. É um privilégio também rever em cena a musa Leila Diniz no papel de Dadá.
Este clássico marcou época com exibições na antiga TV Record e no extinto programa Cine Brasil (TV Cultura) durante os anos 80.
- com esse elenco espetacular e as grandes figuras e momento histórico da cultura brasileira retratados, tinha tudo pra ser um filmaço - pena que o que e como decidiram retratar esse momento foi bem questionável, deixou a desejar - pelo menos é um ponto de vista que não se costuma ver em muitos filmes do tema
Gostei do filme, Carlos Coimbra fazia Jus ao Apelido de Cineasta do Cangaço. Eu Li sua Biografia, e ele disse que essa produção foi Baseada no Depoimento de Dadá mulher de Corisco. A Cena Mais Impactante é a Morte da Personagem de Geórgia Gomide (Esposa Adúltera), pelas Mãos do Companheiro Interpretado Magistralmente por Antônio Pitanga. Soube também que Dadá Detestou o filme de Glauber Rocha. Maurício do Valle e Leila Diniz e os demais Coadjuvantes estão Bem. Recomendo também o Remake: Corisco e Dadá, de 1996.
A única coisa que me trouxe aqui foi o título. Mas só aguentei assistir pouco mais de 40 minutos. Conteúdo arrastado, romantizado e cheio de deturpações de música exacerbada no cangaço. PQP!
Carlos Coimbra já tinha dirigido antes um filme sobre Lampião e aqui faz algo abaixo da média.
Filme muito caricato e deixa de criar grandes momentos entre o drama que envolve os personagens. As cenas de violência não tem o mesmo impacto que deveria e as atuações exageradas demais acabam piorando muita coisa.
Mauricio do Valle acaba carregando o filme solitariamente. Leila Diniz meio acoada. Laura Cardoso em outra rápida aparição em um filme.
Vale por conhecer um pouco mais sobre Corisco e todas as atrocidades realizadas.
>Assistido em 21 de Agosto de 2026
Reassistido via Youtube em 10/03/2026.
"Corisco, o Diabo Loiro" é um clássico do cinema brasileiro de 1969, dirigido por Carlos Coimbra. O filme é uma cinebiografia de Cristino Gomes da Silva Cleto, o "Corisco", um dos mais famosos cangaceiros do bando de Lampião.
O saudoso Maurício do Valle rouba a cena como protagonista, acompanhado por um elenco de apoio competente. É um privilégio também rever em cena a musa Leila Diniz no papel de Dadá.
Este clássico marcou época com exibições na antiga TV Record e no extinto programa Cine Brasil (TV Cultura) durante os anos 80.
Pelo valor nostálgico, vale 4 estrelas.
- com esse elenco espetacular e as grandes figuras e momento histórico da cultura brasileira retratados, tinha tudo pra ser um filmaço
- pena que o que e como decidiram retratar esse momento foi bem questionável, deixou a desejar
- pelo menos é um ponto de vista que não se costuma ver em muitos filmes do tema
Gostei do filme, Carlos Coimbra fazia Jus ao Apelido de Cineasta do Cangaço. Eu Li sua Biografia, e ele disse que essa produção foi Baseada no Depoimento de Dadá mulher de Corisco. A Cena Mais Impactante é a Morte da Personagem de Geórgia Gomide (Esposa Adúltera), pelas Mãos do Companheiro Interpretado Magistralmente por Antônio Pitanga. Soube também que Dadá Detestou o filme de Glauber Rocha. Maurício do Valle e Leila Diniz e os demais Coadjuvantes estão Bem. Recomendo também o Remake: Corisco e Dadá, de 1996.
A única coisa que me trouxe aqui foi o título. Mas só aguentei assistir pouco mais de 40 minutos. Conteúdo arrastado, romantizado e cheio de deturpações de música exacerbada no cangaço. PQP!
DESISTIR e não me arrependi. Péssimo conteúdo!
NOTA: 2,0