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Duração
Fins dos anos vinte, Pagú ainda não tem vinte anos e já encanta os meios intelectuais avançados de São Paulo, da mesma forma que escandaliza os conservadores. É apresentada aos membros da ala radical do movimento modernista, liderada por Oswald de Andrade, brilhando entre estrelas não menos cintilantes, como a pintora Tarsila do Amaral. Pagú e Oswald se aman. Têm um filho, militam no Partido Comunista, fundam um jornal. Pagú vai à Argentina, onde encontra Luiz Carlos Prestes. Participa de uma greve em Santos e é presa pela primeira vez. Em seguida, parte numa viagem pelo mundo, deixando Oswald e o garoto e sempre convivendo com artistas e militantes de esquerda.
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muito ruim a qualidade
Para conhecer e admirar a incrível Patrícia Galvão!!
Primeiro que vi em péssimas condições, sua imagem está disponível em péssimo estado no Youtube, daí já perdi um pouco da vontade, além disso, como muitos, não vejo Camuratti como nome ideal pro filme, achei bem fraco para uma personagem tão forte do cenário cultural no Brasil. Recomendo que vejam a minissérie Um Só Coração de 2004 que retratou Pagu na pele da maravilhosa Miriam Freeland, que ali trouxe mais vigor e intensidade , uma história belíssima que retratou a Semana de Arte Moderna em 1922.
O problema não é nem tanto Norma e sim as condições que a mulher tinha para realizar um filme na década de 80.
“Esse crime, o crime sagrado de divergir e ser consequente, nós o cometeremos sempre”