Um jovem amargurado (Joel Barcellos) e sem perspectivas, apaixona-se por uma cineasta e é injustamente acusado de terrorista por uma organização de direita que o prende, o interroga e o tortura.
Anarquia pura em forma de cinema, e pessoalmente me agrada muito mais em forma do que em conteúdo em si. Isso porque é um filme imbuído de espírito, de alma ainda que lhe falta sutileza afinal suas críticas são diretas e objetivas e penso que um filme marginal como este deve respeitar também as simbologias. Infelizmente as cenas de tortura são muito mal feitas.
Anarquia pura em forma de cinema, e pessoalmente me agrada muito mais em forma do que em conteúdo em si. Isso porque é um filme imbuído de espírito, de alma ainda que lhe falta sutileza afinal suas críticas são diretas e objetivas e penso que um filme marginal como este deve respeitar também as simbologias. Infelizmente as cenas de tortura são muito mal feitas.
Temos o filme mais censurado da história do Brasil e isso já diz muita coisa...
>Assistido em 24 de Agosto de 2026
Anarquia pura em forma de cinema, e pessoalmente me agrada muito mais em forma do que em conteúdo em si. Isso porque é um filme imbuído de espírito, de alma ainda que lhe falta sutileza afinal suas críticas são diretas e objetivas e penso que um filme marginal como este deve respeitar também as simbologias. Infelizmente as cenas de tortura são muito mal feitas.
Anarquia pura em forma de cinema, e pessoalmente me agrada muito mais em forma do que em conteúdo em si. Isso porque é um filme imbuído de espírito, de alma ainda que lhe falta sutileza afinal suas críticas são diretas e objetivas e penso que um filme marginal como este deve respeitar também as simbologias. Infelizmente as cenas de tortura são muito mal feitas.
Do nada comecei a rir e parei de assistir.
Filme difícil de acompanhar, mas brilhante. Me lembrou "A Chinesa" (1967), só que melhor, mais reconhecível.