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Duração
A ninfômana Ângela Carne Osso rompe com seu último caso e passa o fim de semana na exótica Ilha dos Prazeres. Lá encontra o playboy Vampiro e o jovem Armando. Seu marido é o extravagante Doktor Plirtz, que contrata um detetive particular para comprovar a (in)fidelidade de sua esposa. Ângela Carne Osso quer consumir homens a curto prazo, abandonando-os em seguida.
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meu amor pela Ângela e pela ilha dos prazeres aumenta de 1 em 1 minuto
jô soares ta demais kkkkkk
"Jamais transmitirei idéias limpas, discursos eloqüentes ou imagens plásticas diante do lixo — apenas revelarei, através do som livre e do ritmo fúnebre, nossa condição de colonizados mal comportados. Dentro do lixo, é preciso ser radical. Daí o amor pelo cinema brasileiro tal como ele é: mal feito, pretensioso e sem pretensões e ilusões estéticas. Esmagado e explorado, o colonizado só pode inventar seu próprio sufocamento: o grito do protesto vem da mise en scène abortada. Ninguém pensa de forma limpa e estética de barriga vazia." Sganzerla
"Assistindo A Mulher de Todos hoje, percebe-se que é um documento histórico da época, do comportamento, e uma mulher assim, tão vívida, realmente incomoda aos mais tradicionais. Uma pena pensar que, passados cinquenta e seis anos, em pleno século XXI, o Brasil encaretou. Não voltamos para a Ditadura, mas o pensamento repressivo à liberdade de todas as formas e manifestações de desejos ainda é uma ofensa para uma extensa ala conservadora. Infelizmente, hoje, não consigo vislumbrar um diretor que tenha a coragem de Sganzerla em dirigir uma A Mulher de Todos, mesmo com todo o histórico insurgente que temos na história do nosso cinema, e isso assusta, e muito."
Minha crítica completa em: cineset.
com. br/critica-a-mulher-de-todos-helena-ignez/
Não tem como levar a sério um filme desses.
Lixo puro. kkkkk
É tão sem sentido e avulso que fica divertido.