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Data de lançamento
11 Out. 2012Duração
Uma mulher faz um passeio com um casal até uma cabana de caça nas montanhas. Pela noite, os amigos ainda vão visitar o bar situado numa aldeia do vale, mas a mulher fica em casa com o cão. Na manhã seguinte, o casal ainda não chegou à casa e a mulher põe-se a caminho da aldeia, se deparando com algo inimaginável. Existe uma parede invisível que a separa do resto do mundo e atrás da qual parece não existir vida. Agora a mulher é obrigada a sobreviver na floresta, sozinha com um cão, um gato e uma vaca. Escreve os seus pensamentos, preocupações e necessidades num caderno, que talvez ninguém voltará a ler.
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alguém sabe onde assistir?
52 filmes em 52 semanas: filme baseado em um livro.
Filme estranho mas prendeu minha atenção. Interessante que o que a manteve viva e lúcida foi a necessidade de cuidar dos animais, manter aquela rotina. Lembrei do livro a redoma de Stephen King, mas o livro do King apesar de ter um final e explicação bobos(na minha opinião) pelo menos
Teve um final e uma explicação
Simplesmente magnífico!
Em novembro de 2022 li uma reportagem do New Yorker Magazine que indicava a leitura de "The Wall", um romance publicado pela primeira vez em 1963. Pesquisando na internet, vi que já havia adaptação dessa história e cheguei nesse filme. É um daqueles filmes que te faz pensar e pensar e pensar... uma sorte ter encontrado essa história.
"Um dia não existirei mais e ninguém cortará o prado, os matagais o invadirão e depois a floresta avançará até a parede e reconquistará a terra que o homem lhe roubou. Às vezes meus pensamentos ficam confusos, e é como se a floresta tivesse criado raízes em mim e estivesse pensando seus velhos e eternos pensamentos com meu cérebro. E a floresta não quer que os humanos voltem."
19/11/2022
Aos simpatizantes da misantropia, eis um convite a sua crua reflexão.
Se esse filme se acomodou em mim da maneira que o fez por mera identificação ou por revelar o que, de modo vago, eu pensava sobre a vida, eu não sei; eu só o senti em demasia.
Dentre inúmeras reflexões e insights, considerei que a solitude talvez seja uma opção daqueles que possuem formas de ter comunicação humana, mas se bastam por escolha. No entanto, nesse filme, a solidão é o pano de fundo da reflexão acerca do sentido da vida, junto a nossa necessidade intrínseca ao amor. Esse que nos impulsiona ao zelo e, para que possamos vencer nossos períodos de vulnerabilidades, nos ensina a importância de sermos responsáveis por algo, alguma coisa ou alguém.
Por fim, revelo ter compreendido o filme pela perspectiva budista, porém, isso é particular. Logo, sugiro o filme acima de sua filosofia de vida. Ah! Claro, desde que você goste de filmes calmos, lentos e silenciosos (e se iluda com esses adjetivos).
Que achado! Que achado!
Favorito da vida!
A arte salva, significa e válida a vida.