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Data de lançamento
3 Junho 2018Duração
Após ter perdido um bebê nos últimos meses de gestação, Joana tira férias em Peruíbe, uma pequena cidade litorânea conhecida por aparições de discos voadores. Depois de uma noite de sexo com um desconhecido, ela atropela e mata um homem. Joana inicia uma estranha relação com Maria, esposa do homem que atropelou, e se vê envolvida em uma trama sobre uma abdução alienígena.
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- a ideia por trás é até boa, mas peca na execução, deixa um pouco a desejar
- principalmente por conta da protagonista, atriz mediana e a personagem totalmente insuportável
- não é todo dia que se vê filme de alienígena brasileiro
Mulher classe media alta é encantada pelo ET Bilu em noitada...ou o boto que veio do espaço..também serve, e nem vem com spoiler pq esta na sinopse o enredo, a obra serve como um conto, mas não como filme, a construção e meio esculhambada, a direção acerta em alguns pontos mas em outros..
Na festa quando conhece o Bilu Jorge, cara, ninguém fala absolutamente nada, ela acaba de chegar e já se atraca com o cara, partindo pro vuco vuco...nem em cabaré isso acontece, pelo menos se troca meia duzia de palavra...
Claudia leva a obra, e pode nem fazer parte do contexto, mas que sensualidade, mas é uma pena mesmo a coisa toda parecer um carnaval de roteiro, para um final tão méeeee da bola verde, e os diálogos, parece que todos no filme se conhecem a uma vida inteira ,em fim...tem potencial se tivesse permanecido em parte da ideia, ou escolhido um caminho...
Além de a protagonista ser insuportável, enquanto exacerbação de tudo o que odiamos na jovem classe média, a interpretação de Cláudia Campolina é esquizofrênica, o que só piora por causa da direção frágil e da montagem esculhambada (os planos possuem velocidade de pisca-pisca, não duram, são anulados em sua significação intrínseca). O primeiro capítulo é muito ruim e o segundo é fraco (as situações ocorridas na pousada são muito mal dirigidas, como se o elenco estivesse improvisando sem saber o que dizer). Quando Gilda Nomacce entra em cena, entretanto, o filme engrena, uma história surge, o enredo passa a fazer sentido, começamos a nos importar com a sua personagem. No quarto capítulo, o filme declina novamente, mas a magia já estava estabelecida, o que se confirma no desfecho equivocado, mas com elementos interessantes, agora compreensíveis. Se durasse um pouco mais, se respeitasse melhor os eventos, poderia nos fascinar. Da maneira como foi realizado, possui momentos esparsos de fascínio: Gilda Nomacce, como eu te amo! (WPC>)
Depois de ter assistido a este curioso filme, cá estou para tentar escrever algo decente sobre o mesmo. Obs: Entendi absolutamente nada!
Sei que a moça, a protagonista, tem alguns problemas, mas será que tudo foi causado em decorrência daquela exposição que ela teve quando criança? A perda da criança está diretamente ligada aos sonhos premonitórios dela? Enfim, seja o que for, eu senti que faltou um pouco mais de tempo para desenvolver algumas partes.
Acredito que “A Pedra da Serpente” (2018), filme dirigido por Fernando Sanches, consegue caminhar tranquilamente por zonas acinzentadas pouco comuns no cinema brasileiro de gênero, no entanto, a construção do roteiro soa artificial até certo ponto.
Tirando a maravilhosa trilha sonora – aqui muito bem escolhida –, o filme seria menos imerso, menos estimulante, provavelmente descartável. A atuação da Claudia Campolina é digna de muitas palmas, a mulher arrasa da gênese ao término da obra; a personagem da Joana trafega tranquilamente pelas múltiplas camadas da loucura, pânico e dor. Gostei bastante dos dramas dela!
Nota: 6/10
A ideia do filme é muito boa, ótimos atores, ótima trilha sonora e efeitos, porém não foi muito bem desenvolvido.