Em 1957, pequena comunidade de mineiros é abalada pelo estupro e morte de uma moça. Trinta e dois anos depois, dois casais chegam ao lugar para passar o verão e são surpreendidos por um espírito que diz ser a adolescente falecida.
Tosqueira pra ser rir alto. A cena inicial dos créditos me deu uma esperança de algum dinheiro na produção, mas a cena seguinte, dos motoqueiros invadindo o restaurante nos anos 50 e tocando o terror já me tirou qualquer esperança, haha. Quanto ao roteiro, o negócio é tão surreal que só vendo pra crer. A filha do dono de um parque de diversões, que calha de ser uma mina abandonada, é morta pelo grupo de motoqueiros do início do filmes, apesar do seu pai, um exímio arremessador de machados, tentar salvá-la. Até que um empregado desse parque encontra dentro da mina uma pedra azul que dispara raios com poder de ressuscitar os mortos, ainda que tenha alguns efeitos colaterais, como derretimento ou explosão (mas que também não alcança todos os revividos). De posse da pedra, o pai ressuscita a filha e promete se vingar de qualquer forasteiro que se aproximar do seu parque. Tudo isso acontece nos QUINZE primeiros minutos de filme, sensacional, hahaha. Infelizmente, esse ritmo logo é trocado por algo mais lento, ainda que cheio de maluquices. Com muitos efeitos toscos (embora alguns práticos se salvem), nudez gratuita, atores com noção do papel ridículo que estão fazendo, o filme tem prejuízo na meia hora final, onde um tanto de coisa parece ter sido editado/cortado sem fazer muito sentido, como se vc tivesse dado um cochilo e perdido alguma cena importante do filme. Vale pela nostalgia de locadora mesmo, e pra rir pela tosquice geral da produção. Visto em 09/08/2021
A Porta do Inferno é um filme que eu curto, apesar da maioria das críticas ser negativa. A lembrança da bela Abigail Wolcott com (e sem) sua camisola branca nunca saiu da minha mente. Por incrível que pareça este é o único crédito da atriz no IMDB.
O roteiro é fraquinho, mas o filme tem o habitual dos filmes B do gênero na década de 80: sexo, nudez e sangue. Os efeitos especiais são pobrinhos, mas dão pro gasto. Pra mim o filme é no mínimo um bom trash.
Foi um dos poucos filmes que eu realmente fiquei chateado ao assistir, é muito fraquinho. A melhor parte do filme é quando a mulher fantasma lá mostra os peitinhos.
Tosqueira pra ser rir alto. A cena inicial dos créditos me deu uma esperança de algum dinheiro na produção, mas a cena seguinte, dos motoqueiros invadindo o restaurante nos anos 50 e tocando o terror já me tirou qualquer esperança, haha. Quanto ao roteiro, o negócio é tão surreal que só vendo pra crer. A filha do dono de um parque de diversões, que calha de ser uma mina abandonada, é morta pelo grupo de motoqueiros do início do filmes, apesar do seu pai, um exímio arremessador de machados, tentar salvá-la. Até que um empregado desse parque encontra dentro da mina uma pedra azul que dispara raios com poder de ressuscitar os mortos, ainda que tenha alguns efeitos colaterais, como derretimento ou explosão (mas que também não alcança todos os revividos). De posse da pedra, o pai ressuscita a filha e promete se vingar de qualquer forasteiro que se aproximar do seu parque. Tudo isso acontece nos QUINZE primeiros minutos de filme, sensacional, hahaha.
Infelizmente, esse ritmo logo é trocado por algo mais lento, ainda que cheio de maluquices. Com muitos efeitos toscos (embora alguns práticos se salvem), nudez gratuita, atores com noção do papel ridículo que estão fazendo, o filme tem prejuízo na meia hora final, onde um tanto de coisa parece ter sido editado/cortado sem fazer muito sentido, como se vc tivesse dado um cochilo e perdido alguma cena importante do filme. Vale pela nostalgia de locadora mesmo, e pra rir pela tosquice geral da produção.
Visto em 09/08/2021
a safra do finalzinho dos anos 80s diferente no início e meados deixa muito a desejar,caso do filme em questão.
A Porta do Inferno é um filme que eu curto, apesar da maioria das críticas ser negativa.
A lembrança da bela Abigail Wolcott com (e sem) sua camisola branca nunca saiu da minha mente. Por incrível que pareça este é o único crédito da atriz no IMDB.
O roteiro é fraquinho, mas o filme tem o habitual dos filmes B do gênero na década de 80: sexo, nudez e sangue. Os efeitos especiais são pobrinhos, mas dão pro gasto. Pra mim o filme é no mínimo um bom trash.
Foi um dos poucos filmes que eu realmente fiquei chateado ao assistir, é muito fraquinho. A melhor parte do filme é quando a mulher fantasma lá mostra os peitinhos.
Fraquinho, esperava coisa melhor mas deixou a desejar.